Museu da Pesca 146 – Saudosismo – Lojas de pesca 04 – Tsuri Sport Shop

Com a passagem pela Tsuri encerramos nossa visita às lojas de pesca no passado. Conheci e frequentei muitas outras, entre elas a Gonçalves Armas, a Mabel, a RedPesca, a Aruanã, etc, e se não coloco nada aqui sobre elas é porque não gravei imagens, infelizmente, e não por desmerece-las. A Gonçalves Armas, por exemplo, foi a primeira loja que frequentei e onde fiz boas amizades, que mantenho até hoje.

Museu da Pesca 145 – Saudosismo – Lojas de pesca 03 – Guarnieri Sport Fishing

Hoje é a vez da loja do Quico. Com ele e o Padilha fizemos dois vídeos em VHS, o “Dourado” e “Matrinchã”, e com ele e o Paulo Cesar “Pescando com Fly no Pantanal”, fora inúmeras pescarias que fizemos juntos.

Foi através do Quico que conhecemos Itumbiara nos bons tempos, ele nos apresentou o sítio do Arnaldo e em sua loja conhecemos as iscas mais indicadas para a pesca dos azulões.

Frequentemente encontrávamos a turma que lá frequentava em outros pesqueiros, como “Cachoeira do França” e “Itumbiara”. Parecia coisa combinada. Conheci o Toninho da Aruanã na loja do quico.

Se fossemos contar as histórias que aconteciam na loja ficaríamos horas por aqui, daria um bom programa de televisão. Saudades mil.

Como vocês não estão interessados em blá blá blá, vamos às imagens!

Museu da Pesca 144 – Saudosismo – Lojas de pesca 02 – Um dia na Point Pesca

Grande parte de minhas aventuras pela Amazônia começou na Point Pesca. Além da ajuda inestimável do Saburo, foi um dos pontos de reuniões e encontros mais fantásticos que conheci. Todas as quartas-feiras tinha churrascada por lá, numa casa de esquina na Vila Brasílio Machado, perto do Alto do Ipiranga, e um dos churrasqueiros era meu amigo Zé Carlos, o boneco Michelin. O Ismar era figurinha carimbada, assim como o Feijão, o Guila, o Barba, o Conradinho Supimpa, o saudoso Jorge Hasegawa, e outros também inesquecíveis, mas para nomeá-los precisaria de várias horas para tal.

Mas churrascos, sashimis, e outras iguarias, faziam parte do dia a dia da Point, além do uísque amigo do Saburo. As excursões para Manaus também saíam de lá, por volta da 23:00 horas, pois o voo da Transamérica de Cumbica para Manaus saía às 2:00 horas da matina.

Depois a loja mudou para a Av. do Cursino, muito melhor aparelhada, mas eu preferia a casa antiga.

O tempo passou, mudei para Natal, e um dia recebo uma ligação. Era o Saburo, perguntando se eu estava disposto a fazer uma aventura com ele. O plano era ele sair de São Paulo rebocando seu barco, me pegaria em Natal e subiríamos a costa até o Maranhão e até onde desse, batendo os rios do litoral em busca de tarpons e robalos. Claro que topei, e combinamos voltar a conversar dentro de um mês.

Passados 15 dias recebo outra ligação. Era o amigo “poita” informando o falecimento do Saburo. Fiquei sem chão, e até hoje quando vejo um tarpon pulando lembro do Saburo. Que Deus o tenha!