Museu da Pesca 53 – Vídeo “Amazônia Fantástica” Gugu no Rio Liberdade parte 03
Hoje confraternizaremos com bicudas, tucunarés e cachorras, nesse rio maravilhoso.
Aqui um parêntesis, para dizer que o Gugu foi um dos melhores profissionais com quem trabalhei. Hora de trabalhar, trabalhar, hora de lazer, lazer. Nada de explorar o pobre cinegrafista horas a fio, esquecendo o peso da câmera nos ombros dele e insistindo na pesca até depois da luz já ter ido embora, apenas por ser fominha. Passei por isso várias vezes com outros pescadores.
Fiz uma boa parceria com ele, tanto que chegamos a fazer dupla até no “Programa Pesca & Cia”, como veremos mais para a frente.
E assim, contando minhas historinhas bem resumidas, apenas para ilustrar um pouco, continuamos nessa caminhada. Histórias completas ficam para outra mídia…
Museu da Pesca 52 – Vídeo “Amazônia Fantástica” Gugu no Rio Liberdade parte 02
Foi lá que vi pela primeira vez a pesca do trairão, um show de violência e brutalidade da espécie.
Grande conhecedor do rio, Gugu nos brindou com belas capturas, tornando fácil a conclusão da terceira e última etapa de nosso trabalho.
Aos amigos que assistirem esse vídeo, pedimos nos informar qual a espécie desse tucunaré, caso conheçam. Lindo e brigador.
Museu da Pesca 51 – Vídeo “Amazônia Fantástica” Gugu no Rio Liberdade parte 01
Partimos de São Félix para o Xingu no avião do Gaspar. O destino era a pousada Mata Verde. O grupo era formado pelo casal Gaspar e Salete Ritter, o Gugu, o Inácio Teixeira, e eu.
Faltando mais ou menos uma hora para chegar as nuvens começaram a se avolumar, até não mais podermos mais ver a terra. Como também dependíamos do visual, o jeito era procurarmos um pouso até as condições melhorarem
Voltamos até termos visibilidade e ficamos dando voltas até achar um pouso adequado. Parecia um campo de futebol.
Quando as condições permitiram reiniciamos a jornada e chegamos sem maiores problemas.
O lugar era maravilhoso, não só pela beleza como também pela variedade e quantidade de peixes. Além das espécies de couro, que não eram nosso objetivo, podia-se capturar matrinchãs, bicudas, cachorras, trairões, e tucunarés, entre outros.
O nome oficial do rio era “Comandante Fontoura’, mas também conhecido como “Rio Liberdade”. Prefiro esse!
Começava a última etapa de nossa aventura pela Amazônia. Num barco íamos Walter (guia), Gugu e eu. Noutro o Inácio Teixeira (fotógrafo) e outro guia, nos seguindo para registro da matéria para a “Bíblia do Pescador”. E um terceiro barco sem guia com o Gaspar e a Salete, proprietários do Kuryala, experientes nesse tipo de pescaria. Volta e meia eu pulava para o barco do Inácio para cenas de outro ângulo.
Vamos ver como foi.