Museu da Pesca 98 – Especial Pantanal Revista Troféu 06

Ainda no Piqueri, depois da pesca dos tucunarés, tivemos a oportunidade de usar iscas artificiais de superfície, mais gratificante para o pescador por poder visualizar os ataques, aumentando a emoção. Isso porque o tempo melhorou e a onda de frio deu uma trégua ao Pantanal. Não que esquentasse, mas ficou agradável o suficiente para tirarmos os agasalhos e contemplar a alegria da natureza.

Depois disso, um até logo e um até breve…

Museu da Pesca 97 – Especial Pantanal Revista Troféu 05

Continuamos na pesca do tucunaré. Essas imagens fazem parte da última etapa. Voltamos para SP e após um breve repouso partimos para a segunda e última viagem, mais longa, para completar nossas gravações para a edição especial da Revista Troféu Pesca.

Museu da Pesca 96 – Especial Pantanal Revista Troféu 04

Nessa etapa e nessa região o foco principal da pescaria era o tucunaré, pois era novidade no Pantanal, onde foi introduzido e adaptou-se muito bem.

No começo da pescaria estava muito frio e as iscas artificiais usadas eram em sua maioria de meia água e fundo. A isca predileta do Morgado era a Rattlin da Rapala, principalmente a cor prateada. Foi nesse dia que um douradão quase mata o pescador do coração, escapando no primeiro salto e arrebentando uma argola do girador, nunca vi isso. Nesse caso ele estava usando uma isca de superfície.