Arquivo da ‘Museu da Pesca’ Categoria
Museu da Pesca 217 – Rio Cunhaú ou Curimataú?
O rio Cunhaú sempre me fascinou com a variedade e quantidade de seus peixes. Sem medo de errar, digo que foi o melhor que conheci em todas minhas pescarias de mangue.
Todos meus vídeos de pescaria por aqui mencionam o rio Cunhaú, mas é um erro. Meu amigo Robert me alertou e resolvi esclarecer de vez qual o nome correto desse paraíso.
Subindo o rio a partir da barra, onde deságua, há uma bifurcação num local chamado Meral. Seguindo em frente, um pouco para a esquerda, é o rio Curimataú, e seguindo para a direita, uns 90 graus mais ou menos, é o rio Cunhaú, que chamamos de rio da Penha, como é conhecido por aqui.
Na realidade o rio Cunhaú desemboca no rio Curimataú, no Meral, onde se juntam e assumem o nome do primeiro, que deságua no mar e dá nome à vila de pescadores, Barra do Cunhaú.
As pescarias então são feitas nos dois rios, inclusive seus afluentes.
O rio de maior destaque é o Curimataú, de domínio federal, que nasce no município de Barra de Santa Rosa, na Paraíba, e entra no Rio Grande do Norte pelo município de Nova Cruz, desaguando no Oceano Atlântico, no município de Canguaretama.
Mas isso não muda em nada o palco das ações, apenas faz justiça aos envolvidos.
Isso dito, vamos lembrar nosso começo por lá. Nosso foco principal era os robalos, utilizando iscas artificiais. Usávamos basicamente plugs, e jigs quando íamos atrás das pescadas. Camarão artificial só “Doa” com lastro interno, ‘jumping jigs’ e camarões com ‘jig head’ só viemos a usar depois. Nós e o Auricélio começamos a conhecer o rio juntos, e normalmente a equipe era formada pelo Alexandre, o Auricélio, e eu. Nessa época eu pescava bastante, e só comecei a gravar mais depois que resolvi fazer um vídeo sobre a pesca do robalo, mas isso contaremos mais adiante. Outro companheiro de pescarias era o Carlos Blatt, que também pensava em se tornar um guia de pesca no Cunhaú, inclusive chegou a atender alguns clientes, salvo engano. Até hoje não sei por que não deu certo.
Essas primeiras cenas são provavelmente do começo de nossas pescarias no Cunhaú. Lembro-me que o Auricélio começou a operar lá por volta de 2006, mas já tinha adquirido alguma experiência do rio e atuação como guia. Acho portanto que seu treinamento começou em 2005 e talvez até 2004, isso só ele poderá confirmar.
Se por acaso alguma informação estiver incorreta, fiquem à vontade para corrigir, não sou dono da verdade.
Vamos relembrar…
Museu da Pesca 216 – Nova fase do “Museu da Pesca”
Até o último dia do ano de 2023 os capítulos postados tinham cara realmente de um “Museu da Pesca”, pelo menos era minha intenção. O último foi o “Museu da Pesca” 215. Daqui para a frente (2024) as datas se misturam, considerando que nosso conhecimento e desenvolvimento no rio Cunhaú começa a partir de 2006, se não me engano, com a entrada do Auricélio na história. O Dé só fui conhecer tempos depois.
Meu interesse principal é mostrar a Barra do Cunhaú e o rio que lhe dá o nome, com pescarias de várias espécies de peixes e fatos que ocorreram ao longo desse tempo, sem se preocupar muito com a linha do tempo, indo e voltando quando for preciso. As narrativas e imagens vou considerar até antes da pandemia, que tudo mudou. A partir daí só postagens ocasionais mostrando novas cenas e aventuras, se Deus permitir. Não mais farão parte do “Museu da Pesca”.
Não poderia iniciar falando dos rios Cunhaú/Curimataú sem falar da Barra do Cunhaú, localizada a 12 km do município de Canguaretama, a qual pertence.
Por sua vez Canguaretama está a 80/90 km de Natal, para o sul, fazendo juntamente com Pipa, a praia mais badalado do RN, e Tibau do Sul, outro paraíso, um triangulo de ouro, que não deve deixar de ser visitado por quem vem ao nosso estado. Pipa está a 8 km de Barra do Cunhaú, e Tibau do Sul a 6 km. Quem conhecer um desses pontos turísticos tem que conhecer os outros dois, é muita preguiça se não o fizer, além de não saber o que perdeu estando tão perto.
A primeira postagem será uma apresentação da Barra do Cunhaú, mostrando as belezas do local. As pescarias ficam para depois.
Com vocês, Barra do Cunhaú!
Museu da Pesca 215 – Primeiro (e último) encontro nacional da pesca amadora e encerramento do ano 2023
Bem, pessoal, mais um ano chega ao fim e novamente mensagens de esperança, saúde, prosperidade, etc. Gostaria que não fosse apenas costume, e para isso peço as bênçãos de Deus para todos nós.
Agradeço a todos aqueles que acompanharam a série “Museu da Pesca”. Não foram muitos, mas aprecio mais a qualidade do que a quantidade.
Como no presente caso o foco é o “Museu da Pesca”, vou encerrar a participação de 2023 relembrando o “Primeiro (e único) Encontro Nacional da Pesca Amadora”, realizado em setembro de 2010.
Muita promessa e esperança foram geradas naquele encontro. Até os mais pessimistas acharam que “agora vai” … Não foi…
Já se passaram quase 14 anos daquela data e aqui fica a pergunta a ser respondida: Valeu a pena? O que resultou daquele encontro?