Amigo pescador, seja bem vindo ao Pesca Nordeste!

Nossa história:

      Iniciamos em meados de 2002 com o nome de "Pesca-PE", através de uma lista de discussão, com o objetivo de promover melhor comunicação e troca de experiências entre um grupo de pescadores esportivos de Recife-PE, em pouco tempo novas amizades e novos adeptos foram surgindo e barreiras foram quebradas, onde o Pesca-PE abriu espaço para o Pesca-NE, o estado de Pernambuco ficou pequeno e a região nordeste já se fortalecia, agora não mais pelo foco turístico, mas também pela Pesca Esportiva. No ano de 2006 o nosso site surgiu atendendo uma nova demanda de acessos.

Nossa missão:

      Difundir a pesca como esporte e veículo de preservação ambiental no nordeste, incentivando a prática do "pesque e solte" e da consciência ambiental. 

As Maravilhas do Cunhaú


Jorge resende e seu belo camurim

A noite fechada envolve a cidade. Enquanto o carro avança, a luz amarela de uns poucos postes se reflete nos paralelepípedos que pavimentam as vias. No horizonte, o escuro profundo esconde o que só o som de ondas quebrando permite imaginar. As ruas estão vazias, apenas um ou outro veículo, vez em quando, cruza o caminho rumo a um destino insondável. As casas são poucas e pequenas.  Amanhece. E o que antes era negro se revela de uma natureza exuberante e bela. O paraíso para qualquer pescador. As margens do rio repletas de pequenas canoas, repousando tranquilas sobre as aguas calmas que seguem ao mar. Do lado esquerdo, o oceano se espraia sem fim entrecortado por arrecifes aqui e ali. À direita, o manguezal serpenteia em um labirinto verde até onde a vista pode alcançar. Assim é Barra do Cunhaú, um pequeno povoado localizado no município norte-rio-grandense de Canguaretama, a 72 quilômetros de Natal.

Marcos Réia registra as belezas de Barra do Cunhaú

Para quem pratica nosso esporte, a primeira sensação ao chegar à cidade é de estar imerso em uma vila de pescadores.  E, de fato, o lugar não está muito distante disso. A exceção de algumas boas pousadas e uma pequena estrutura de serviços, Barra do Cunhaú é, essencialmente, uma colônia de pescadores. E não é para menos, pois o local é absolutamente piscoso. Tanto que rendeu até a produção de um DVD, “A Pesca do Robalo” pelas lentes de um dos cinegrafistas mais importantes do setor, Marcos Réia. Camurim, camurupim, pescada amarela, sernambiquaras, pampo, caranha e até mesmo mero são algumas das espécies capturadas no local. Motivo mais do que suficiente para conhecer e voltar sempre.

JJ conhecido no Nordeste com Sapinho

Fizemos a tradicional pescaria de galhadas em busca dos grandes camurins e também tivemos a oportunidade de realizar uma modalidade ainda pouco difundida em nossa região, a pesca vertical com jumping jigs (JJ) em água doce. E qual não foi nossa surpresa em presenciar a eficiência desse método.  Diferente dos arremessos em galhadas, a pesca de fundo exige menos técnica e traz aumento tanto em produtividade quanto de número de espécies capturadas. Usando as isquinhas de metal, capturamos os desejados camurins e tivemos outras ações de tirar o fôlego.

Pescada amarela capturada com JJ

A pescaria com JJ pode ser feita virtualmente em qualquer ponto do rio, entretanto, o uso do sonar para mapear zonas mais profundas, os chamados poços, aumenta bastante a quantidade de fisgadas. A isca mais usada durante a nossa jornada é conhecida pelos locais como “sapinho”, mas na verdade se assemelha mais a uma pequena lula do que ao anfíbio propriamente dito. No mais, não é mistério, basta soltar a isca ao lado do barco, esperar tocar o fundo e recolher a linha dando pequenas pindocadas para dar vida ao artificio.


FishTV – O Mundo da Pesca vai Mudar!

O Brasil possui 8 mil quilômetros de costa litorânea e mais de 55 mil quilômetros quadrados de rede hidrográfica. É um dos países mais ricos em diversidade de peixes. Somente na Bacia Amazônica, a maior do mundo, existem mais de 2.500 espécies. A pesca movimenta acima de um bilhão de reais ao ano, gerando aproximadamente 200 mil empregos diretos e indiretos. Somente em 2011, foram emitidas mais de 280 mil licenças de pesca, atingindo todas as classes sociais e faixas etárias. A pesca é um dos esportes mais praticados no país.

A FishTV chega para atender esse mercado como o primeiro canal exclusivo de pesca da América Latina com produção 100% própria e brasileira. Com estreia na plataforma site no dia 29.06.2012, sua presença acontecerá em outros tipos de mídia no decorrer do processo de produção dos 35 programas. Através do site oficial fishtv.com, episódios inéditos, divididos em sete programas com muita pesca, ação e informação, serão exibidos diariamente. Em andamento está a produção de outros 28 programas, totalizando mais de 840 minutos semanais de programação. Tudo em alta definição. Este é o compromisso da FishTV, estar à frente do entretenimento, incentivando e aplicando a responsabilidade socioambiental.

Participe diariamente da transformação do mundo da pesca.
www.fishtv.com

A FishTV irá mostrar o por quê do Brasil possuir uma das maiores biodiversidades do Planeta. O gigante de dimensões continentais, apresenta as mais complexas e exuberantes flora e fauna, descantando-se como enorme potência dentro do cenário da pesca esportiva mundial.

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Bacia do Pina


Recife, capital pernambucana, é conhecida mundo afora como a Veneza brasileira. O emaranhado de rios que entrecorta a metrópole nordestina lembra os canais da cidade italiana e faz da presença ribeirinha uma realidade sempre presente na vida de seus conterrâneos. Hoje, já fortemente marcada pela presença humana, não monstra mais a exuberância de outrora, porém, mesmo após anos de agressões, a vida natural teima e mostrar sua resiliência.

 

Um exemplo palpável dessa realidade é a Bacia do Pina,  composta pelas confluências dos rios Capibaribe (braço sul), Tejipió, Jordão e Pina. Com características estuarinas a região sofre os impactos ambientais causados pelo homem, principalmente despejo de esgotos domésticos e industriais. Tem grande importância para a população local, pois é a principal fonte de alimentação de comunidades carentes que subsistem em seu entorno através da pesca.

 

O rio Capibaribe, curso mais importante a cruzar o Recife, nasce na Serra de Jacarará no município de Po ção-PE e em seus 240 quilômetros de extensão banha 42 municípios, além de dividir a capital pernambucana antes de deságua no oceano atlântico. Seu braço sul une-se ao rio Tejipió, que nasce em São Lourenço da Mata e tem apenas 20 quilômetros de extensão. Juntos, se fundem ao rio Beberibe e encontram as águas salgadas da cidade nas proximidades do seu porto.

 

Um pequeno curso que parte do rio Tejipió alimenta a lagoa do Araçá, única lagoa natural ainda viva no Recife, localizada no bairro da Imbiribeira.  O espelho d’água, que hoje é centro de um amplo espaço de lazer, por pouco não desaparece do cenário recifense no inicio dos anos 80 quando o aquecimento do setor imobiliário fez necessária a criação de novos espaços para obras. Seu aterro só não se concretizou porque moradores travaram uma briga para preservá-la, que culminou a inauguração do projeto de urbanização da lagoa em 17 de dezembro de 1995. Tem uma beleza natural exuberante, sendo rodeada por vegetação de mangue. É conhecida pelos pescadores esportivos devido a grande quantidade de Camurupins.

 

O rio Jordão é o segundo menor da bacia do Pina. No seu início, quando recebe as águas do Tejipió, abriga viveiros onde são cultivados peixes e camarões. Mais adiante em seu trajeto localiza-se o Parque dos Manguezais, na Ilha de Deus, e, posteriormente, é dividido nos canais Jordão e Setúbal, que recebem esgotos domésticos.

 

O menor rio da bacia, o rio Pina, também apresenta em seu início atividade de piscicultura e carcinicultura e se divide ao longo do seu trajeto em três braços: Braço da Maré, braço do Aeroclube e braço do Parque dos Manguezais, formando estes dois últimos a Ilha de São Simão onde se encontra a rádio da Marinha do Brasil.

 

No braço do Aeroclube é onde há maior atividade da pesca esportiva, por ter fácil acesso tanto pela Rua Tomé Gibson que finda no Aeroclube, quando pela Praça Antônio Vilaça (ou das Casuarinas). Assim como na Lagoa do Araçá, o rio tem grande quantidade de Camurupins e atrai vários pescadores que praticam a pesca tanto nas margens como utilizando caiaques, sendo esta última um belo contato com a natureza, que ainda resiste no local, onde se pode vislumbrar a bela vegetação de mangues, além de garças e outras aves aquáticas que dão um show a parte, fazendo descrer que este local está dentro da cidade e a poucos metros de uma das mais movimentadas avenidas.

 

Foi por esta beleza encantadora e com o intuito de não divulgar o local aos demais que as aves foram confundidas com patos e passaram a chamar o rio Pina de “rio dos Patos”.


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