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Pescando na Paraíba
Por Marco Antônio Guerreiro Ferreira   

    Há muito tempo pescaria para mim deixou de ser sinônimo de grandes peixes. A satisfação primária passou a ser as companhias e os novos locais a serem descobertos, principalmente nesse nosso nordeste tão pouco divulgado.

    Pensando assim resolvemos ir conhecer um pequeno rio na Paraíba, reduto de nosso amigo Auricélio antes de instalar sua estrutura em Barra do Cunhaú.

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    Esse rio, o rio Sinimbú, deve ser velho conhecido de outro especialista de pesca na Paraíba, o nosso amigo Max, que deveria nos brindar com mais informações de sua região. Falou em pesca na Paraíba, falou em Max!

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    Pois bem, saímos eu e o Alexandre para conhecer o tal rio, marcando encontro com o Auricélio e o Hércules no meio do caminho. Apesar de pequeno em extensão e largura, é grande nas emoções que oferece.

 

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    No GoogleEarth nosso amigo Chrony calculou ter uns  10km o rio Sinimbú, e, como ponto de apoio, contávamos com a hospitalidade e o apoio do pescador José Fidelis, com seu barco à vela,  morador da Aldeia Camurupim, perto da foz e do local conhecido como Boca da Barra ou Barreta Funda (Bacia do Coqueirinho), excelente ponto para a pesca do tarpon (camurupim), e um dos pontos turísticos da Baía da Traição. Aliás, ao ouvir pela primeira vez esse nome, não me caiu bem, mas confesso que hoje já acho até que tem certo charme...

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    A Baia da Traição conta com praias paradisíacas, muitas delas totalmente desertas, porém muito visitadas por turistas do mundo todo. O IBAMA desenvolve o projeto Peixe Boi-Marinho na Barra de Mamanguape, passeio indispensável para quem apóia os trabalhos de proteção à natureza.

    Dentre todas as versões sobre a origem do nome Baía da Traição, é fato que no início do século XVI essa região era habitada e dominada pelos índios Potiguaras, uma das mais aguerridas tribos do litoral brasileiro. Uma das hipóteses é que o nome esteja vinculado à primeira expedição exploradora de 1501, quando três marinheiros portugueses foram mortos e devorados pelos nativos, depois de serem recebidos amistosamente, no primeiro porto onde a flotilha ancorou, no dia 17 de agosto. Fazia parte da expedição o famoso navegador Américo Vespúcio.

    Voltando à pescaria, segundo informações do Zé Fidelis, as melhores marés são as marés de quarto, no reponto para a enchente. Apesar de pescarmos com artificiais, nos informou que com camarão vivo só se for da Baía, camarão de viveiro não presta. Outra boa isca é a sauna, visto que os tarpons também fazem suas incursões por esse rio.

    As melhores épocas de pesca, ainda segundo ele, são no final do verão para o inverno, quando existe a troca de águas. Pescamos só uma vez por lá, objeto dessa matéria, mas acreditamos que a pescaria é boa durante todo o ano, preferencialmente no verão, pelo que vimos nos rios do Rio Grande do Norte.

    Chamamos de verão a época que vai de agosto a março, e as melhores marés são, para variar, as “Marés de Lançamento”. Como sempre acontece, não fizemos essa pescaria na maré certa, e sim na que foi possível, mas mesmo assim foi gratificante pela companhia e por conhecermos um novo local.

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    As fotos de peixes maiores com o Auricélio foi na maré correta, mas não estávamos presente, infelizmente.

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    Temos que deixar bem claro outra coisa. Como o Miudinho (Alexandre) é ligeiramente avantajado, com 1,96m e 130 kg, qualquer peixe capturado por ele torna-se insignificante, minimizando nossas conquistas. EMAGRECE, MIUDINHO!!!!!

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    Ah!... E não se esqueçam... Pratiquem o Pesque & Solte...

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