{"id":916,"date":"2012-10-18T10:13:56","date_gmt":"2012-10-18T13:13:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=916"},"modified":"2021-03-27T18:05:57","modified_gmt":"2021-03-27T21:05:57","slug":"as-maravilhas-do-cunhau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/as-maravilhas-do-cunhau\/","title":{"rendered":"As Maravilhas do Cunha\u00fa"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_920\" style=\"width: 339px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSC05175_copy.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-920\" class=\" wp-image-920 \" title=\"DSC05175_copy\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSC05175_copy.jpg\" alt=\"\" width=\"329\" height=\"438\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSC05175_copy.jpg 548w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSC05175_copy-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 329px) 100vw, 329px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-920\" class=\"wp-caption-text\">Jorge resende e seu belo camurim<\/p><\/div>\n<p>A noite fechada envolve a cidade. Enquanto o carro avan\u00e7a, a luz amarela de uns poucos postes se reflete nos paralelep\u00edpedos que pavimentam as vias. No horizonte, o escuro profundo esconde o que s\u00f3 o som de ondas quebrando permite imaginar. As ruas est\u00e3o vazias, apenas um ou outro ve\u00edculo, vez em quando, cruza o caminho rumo a um destino insond\u00e1vel. As casas s\u00e3o poucas e pequenas.\u00a0 Amanhece. E o que antes era negro se revela de uma natureza exuberante e bela. O para\u00edso para qualquer pescador. As margens do rio repletas de pequenas canoas, repousando tranquilas sobre as aguas calmas que seguem ao mar. Do lado esquerdo, o oceano se espraia sem fim entrecortado por arrecifes aqui e ali. \u00c0 direita, o manguezal serpenteia em um labirinto verde at\u00e9 onde a vista pode alcan\u00e7ar. Assim \u00e9 Barra do Cunha\u00fa, um pequeno povoado localizado no munic\u00edpio norte-rio-grandense de Canguaretama, a 72 quil\u00f4metros de Natal.<\/p>\n<div id=\"attachment_918\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSCF6216.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-918\" class=\"size-medium wp-image-918 \" title=\"DSCF6216\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSCF6216-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSCF6216-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSCF6216-1024x767.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-918\" class=\"wp-caption-text\">Marcos R\u00e9ia registra as belezas de Barra do Cunha\u00fa<\/p><\/div>\n<p>Para quem pratica nosso esporte, a primeira sensa\u00e7\u00e3o ao chegar \u00e0 cidade \u00e9 de estar imerso em uma vila de pescadores. \u00a0E, de fato, o lugar n\u00e3o est\u00e1 muito distante disso. A exce\u00e7\u00e3o de algumas boas pousadas e uma pequena estrutura de servi\u00e7os, Barra do Cunha\u00fa \u00e9, essencialmente, uma col\u00f4nia de pescadores. E n\u00e3o \u00e9 para menos, pois o local \u00e9 absolutamente piscoso. Tanto que rendeu at\u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de um DVD, \u201cA Pesca do Robalo\u201d pelas lentes de um dos cinegrafistas mais importantes do setor, Marcos R\u00e9ia. Camurim, camurupim, pescada amarela, sernambiquaras, pampo, caranha e at\u00e9 mesmo mero s\u00e3o algumas das esp\u00e9cies capturadas no local. Motivo mais do que suficiente para conhecer e voltar sempre.<\/p>\n<div id=\"attachment_925\" style=\"width: 167px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/imgs_produtosG.asp_.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-925\" class=\" wp-image-925  \" title=\"imgs_produtosG.asp\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/imgs_produtosG.asp_.jpg\" alt=\"\" width=\"157\" height=\"180\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-925\" class=\"wp-caption-text\">JJ conhecido no Nordeste com Sapinho<\/p><\/div>\n<p>Fizemos a tradicional pescaria de galhadas em busca dos grandes camurins e tamb\u00e9m tivemos a oportunidade de realizar uma modalidade ainda pouco difundida em nossa regi\u00e3o, a pesca vertical com jumping jigs (JJ) em \u00e1gua doce. E qual n\u00e3o foi nossa surpresa em presenciar a efici\u00eancia desse m\u00e9todo.\u00a0 Diferente dos arremessos em galhadas, a pesca de fundo exige menos t\u00e9cnica e traz aumento tanto em produtividade quanto de n\u00famero de esp\u00e9cies capturadas. Usando as isquinhas de metal, capturamos os desejados camurins e tivemos outras a\u00e7\u00f5es de tirar o f\u00f4lego.<\/p>\n<div id=\"attachment_919\" style=\"width: 235px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSC05180_copy.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-919\" class=\"size-medium wp-image-919 \" title=\"DSC05180_copy\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSC05180_copy-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSC05180_copy-225x300.jpg 225w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2012\/10\/DSC05180_copy.jpg 548w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-919\" class=\"wp-caption-text\">Pescada amarela capturada com JJ<\/p><\/div>\n<p>A pescaria com JJ pode ser feita virtualmente em qualquer ponto do rio, entretanto, o uso do sonar para mapear zonas mais profundas, os chamados po\u00e7os, aumenta bastante a quantidade de fisgadas. A isca mais usada durante a nossa jornada \u00e9 conhecida pelos locais como \u201csapinho\u201d, mas na verdade se assemelha mais a uma pequena lula do que ao anf\u00edbio propriamente dito. No mais, n\u00e3o \u00e9 mist\u00e9rio, basta soltar a isca ao lado do barco, esperar tocar o fundo e recolher a linha dando pequenas pindocadas para dar vida ao artificio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A noite fechada envolve a cidade. Enquanto o carro avan\u00e7a, a luz amarela de uns poucos postes se reflete nos paralelep\u00edpedos que pavimentam as vias. No horizonte, o escuro profundo esconde o que s\u00f3 o som de ondas quebrando permite imaginar. 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