{"id":757,"date":"2011-08-29T21:49:10","date_gmt":"2011-08-30T00:49:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=757"},"modified":"2021-03-27T18:05:57","modified_gmt":"2021-03-27T21:05:57","slug":"camurins-no-rio-timbo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/camurins-no-rio-timbo\/","title":{"rendered":"Camurins no rio Timb\u00f3"},"content":{"rendered":"<h3>Pesqueiro pr\u00f3ximo \u00e0 capital pernambucana rende belos exemplares<span style=\"color: #3366ff;\"><em> <\/em><\/span><\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/P090711_11.24_01.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-758\" title=\"P090711_11.24_[01]\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/P090711_11.24_01-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"614\" height=\"461\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/P090711_11.24_01-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/P090711_11.24_01-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/P090711_11.24_01.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/a>O camurim \u00e9 um dos peixes mais cobi\u00e7ados pelos pescadores esportivos de todo o Brasil. Seja pela dificuldade em sua captura, por ser conhecido como um peixe \u201cmanhoso\u201d, ou seja pela plasticidade de suas formas e a marcante linha lateral que o caracteriza. Al\u00e9m disso, exemplares adultos podem bater a marca dos 20 kg, um motivo de peso para estimular os esportistas a perseguir o seu trof\u00e9u.\u00a0 O esp\u00e9cime pode ser encontrado tanto em \u00e1gua salgada, quanto subindo os rios em meio aos manguezais, por isso escolhemos um pesqueiro ideal para mostrar a efetividade das t\u00e9cnicas utilizadas para fisga-lo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/180620112106.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-767\" title=\"180620112106\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/180620112106-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/180620112106-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/180620112106-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/180620112106.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O ponto selecionado foi o rio Timb\u00f3, um pequeno curso de \u00e1gua com cerca de 10km de extens\u00e3o que desemboca na bela praia de Maria Farinha, no munic\u00edpio de Paulista. O local \u00e9 indicado tanto para pescaria embarcada quanto para a modalidade de barranco. Optamos por fazer nossos arremessos das margens, visto ser a situa\u00e7\u00e3o praticada pela maioria dos pescadores. O m\u00e9todo usado foi o de chicote com b\u00f3ia e camar\u00e3o vivo, talvez a t\u00e9cnica mais tradicional para esse tipo de peixe. \u00a0Fizemos ainda pinchos com as artificiais e o resultado voc\u00ea confere nas linhas a seguir.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6063_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-770\" title=\"DSCF6063_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6063_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6063_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6063_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Antes de qualquer coisa, \u00e9 sempre bom conhecer o lugar onde se est\u00e1 pescando. Numa primeira incurs\u00e3o conv\u00eam perguntar aos frequentadores mais ass\u00edduos particularidades da regi\u00e3o como tipos de peixes, forma\u00e7\u00f5es rochosas, fundo e outros pormenores que s\u00f3 a experi\u00eancia ajuda a entender. Foi o que ocorreu nessa pescaria. Atrav\u00e9s do conhecimento de pescadores locais pudemos fazer um breve mapeamento da \u00e1rea de pesca, fundamental para o aumento da produtividade. Na ocasi\u00e3o, a \u201cdescoberta\u201d de uma grande zona de pedras submersas foi o detalhe que fez toda a diferen\u00e7a no n\u00famero de capturas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6060_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-773\" title=\"DSCF6060_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6060_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6060_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6060_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A pesca de camurim com camar\u00e3o vivo \u00e9 extremamente simples e at\u00e9 mesmo um pescador iniciante consegue pratic\u00e1-la com bons resultados. Entretanto existem alguns segredinhos que podem passar despercebidos a quem n\u00e3o est\u00e1 atento. O sistema \u00e9 montado com um anzol, normalmente o chamado anzol de camurim (wide gap) ou um maruseigo n\u00famero 18, por exemplo, atado a uma pernada com aproximadamente um metro e meio de monofilamento, um pequeno peso oliva de lastro, a b\u00f3ia e, por fim, um girador amarrado \u00e0 linha que sai do molinete. \u00c9 importante que a linha do anzol seja um pouco robusta, uma 0,60 mm, para evitar o rompimento com o atrito da serrilha existente na boca do peixe.<\/p>\n<p>As altera\u00e7\u00f5es da mar\u00e9 ao longo do dia fazem com que a profundidade local mude constantemente.\u00a0 Ent\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ajustar a altura da b\u00f3ia de tempos em tempos para que a isca atinja o ponto onde os camurins est\u00e3o. Outro detalhe importante \u00e9 aproveitar a correnteza para carregar a isca ao longo do pesqueiro. O ideal \u00e9 fazer o arremesso no sentido contrario ao fluxo de \u00e1gua e deixar a b\u00f3ia ser trazida de volta. Assim a isca pode \u201cvarrer\u201d uma parte significativa do rio aumentando a chance de encontrar um peixe \u00e0 procura de alimento.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072122.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-778\" title=\"130120072122\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072122-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"614\" height=\"461\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072122-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072122-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072122.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/a>Falamos do sistema, da isca e do m\u00e9todo. Agora est\u00e1 mais do que na hora de lan\u00e7ar as linhas na \u00e1gua e come\u00e7ar a pescaria propriamente dita. O primeiro peixe do dia foi capturado pelo pescador Fernando Rego. O segundo tamb\u00e9m. E terceiro&#8230; E o quarto&#8230; O homem estava iluminado.\u00a0 Mesmo com um n\u00famero consider\u00e1vel de praticantes dando pinchos no rio s\u00f3 ele conseguia tirar os peixes. Outros pescadores tamb\u00e9m usavam camar\u00e3o vivo de isca, com a b\u00f3ia sendo levada pela correnteza, mas apenas Fernando Rego capturava os camurins. Coisas de pescaria. O curioso \u00e9 que, enquanto o exemplar era registrado em fotos, pescadores que estavam pr\u00f3ximos come\u00e7aram a explorar o lugar onde o peixe havia sido fisgado embora sem sucesso.\u00a0 E bastava o nosso sortudo Fernando lan\u00e7ar o seu material que a b\u00f3ia afundava mostrando mais um camurim na linha. Certas vezes as in\u00fameras b\u00f3ias paravam enfileiradas lado a lado em um pequeno remanso na \u00e1gua e era s\u00f3 o equipamento do Fernando Rego se aproximar para o peixe atacar e ser fisgado. Dessa forma foram capturados os quatro camurins do dia. \u201cPercebo minha b\u00f3ia afunda com for\u00e7a, em seguida, o tranco na vara. Pense numa emo\u00e7\u00e3o, era o primeiro camurim. Arremesso novamente e, apos alguns segundos, a b\u00f3ia afunda, outro tranco\u00a0e mais um Camurim. Logo me perguntaram qual o anzol, a linha que usava e a altura da b\u00f3ia. Observei que onde eu arremessava todos faziam a mesma coisa, parecia um trenzinho de b\u00f3ias, uma atr\u00e1s da outra. Levei outra pancada. Dessa vez percebi que era maior, adrenalina a mil\u201d, resume Fernando Rego.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072123.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-780\" title=\"130120072123\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072123-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"614\" height=\"461\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072123-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072123-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/130120072123.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/a>Algo imprescind\u00edvel para praticar a pesca nesse rio \u00e9 o uso de um cal\u00e7ado com solado resistente. A primeira vista pode parecer estranho a ideia de se usar sapatos em uma pescaria desse tipo, mas o lugar esconde um perigo para o qual toda precau\u00e7\u00e3o \u00e9 pouco. O local \u00e9 lar de um peixe venenoso, o niquim, que pode transformar o momento de lazer em um verdadeiro supl\u00edcio. Para mais informa\u00e7\u00f5es consulte a mat\u00e9ria \u201c<a title=\"Niquim \u2013 O perigo oculto\" href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=651\">Niquim, o perigo oculto<\/a>\u201d.<\/p>\n<p><strong>B\u00f4nus &#8211;<\/strong> O rio Timb\u00f3 \u00e9 um excelente pesqueiro e, al\u00e9m do camurim, podemos encontrar pescada amarela, caranha, meretes, camurupim e espada. O editor desta publica\u00e7\u00e3o n\u00e3o resistiu \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de dar seus arremessos e tamb\u00e9m conseguiu seu peixinho usando iscas artificiais. Com uma toc toc de 9 cm da Mustad e realizando trabalho lento de zara fisgou uma pequena barracuda na superf\u00edcie.\u00a0 Um fato curioso e divertido acompanhou essa pescaria. Durante cerca de meia hora um socozinho, p\u00e1ssaro comum no litoral nordestino, se encarapitou em um galho de onde visualizava os arremessos e, cada vez que o trabalho de zara come\u00e7ava, ele se lan\u00e7ava em um mergulho violento sobre a isca causando um estardalha\u00e7o enorme na \u00e1gua. \u00c9 claro que isso acabou com a pescaria, mas n\u00e3o deixou de ser engra\u00e7ado ver o animal al\u00e7ar voo do manguezal onde se instalou para perseguir o plug de pl\u00e1stico que \u201cnadava\u201d a flor d\u2019\u00e1gua. Vale deixar claro que a ave em momento nenhum se machucou e saiu completamente ilesa do embate com o peixe de mentira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6054_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-782\" title=\"DSCF6054_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6054_640x480-e1314662115189.jpg\" alt=\"\" width=\"590\" height=\"476\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6054_640x480-e1314662115189.jpg 590w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/DSCF6054_640x480-e1314662115189-300x242.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 590px) 100vw, 590px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Roteiro:<br \/>\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"425\" height=\"350\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" marginheight=\"0\" marginwidth=\"0\" src=\"http:\/\/maps.google.com\/maps?f=d&amp;source=embed&amp;saddr=Aeroporto,+Recife+-+Pernambuco,+Brasil&amp;daddr=R.+Barroso+de+Moraes&amp;geocode=FUsAhP8d5h7r_SG6mgPOFzochA%3BFfQLiP8dwGTs_Q&amp;sll=-7.862351,-34.839674&amp;sspn=0.006419,0.011244&amp;vpsrc=0&amp;hl=pt-BR&amp;mra=dme&amp;mrsp=1&amp;sz=17&amp;ie=UTF8&amp;t=h&amp;ll=-7.862351,-34.839674&amp;spn=0.006419,0.011244&amp;output=embed\"><\/iframe><br \/><small><a href=\"http:\/\/maps.google.com\/maps?f=d&amp;source=embed&amp;saddr=Aeroporto,+Recife+-+Pernambuco,+Brasil&amp;daddr=R.+Barroso+de+Moraes&amp;geocode=FUsAhP8d5h7r_SG6mgPOFzochA%3BFfQLiP8dwGTs_Q&amp;sll=-7.862351,-34.839674&amp;sspn=0.006419,0.011244&amp;vpsrc=0&amp;hl=pt-BR&amp;mra=dme&amp;mrsp=1&amp;sz=17&amp;ie=UTF8&amp;t=h&amp;ll=-7.862351,-34.839674&amp;spn=0.006419,0.011244\" style=\"color:#0000FF;text-align:left\">Exibir mapa ampliado<\/a><\/small><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesqueiro pr\u00f3ximo \u00e0 capital pernambucana rende belos exemplares O camurim \u00e9 um dos peixes mais cobi\u00e7ados pelos pescadores esportivos de todo o Brasil. 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