{"id":693,"date":"2011-07-26T19:32:37","date_gmt":"2011-07-26T22:32:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=693"},"modified":"2021-03-27T18:05:57","modified_gmt":"2021-03-27T21:05:57","slug":"peixe-bom-em-pescaria-urbana-no-inverno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/peixe-bom-em-pescaria-urbana-no-inverno\/","title":{"rendered":"Peixe bom em pescaria urbana no inverno"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6048_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-694\" style=\"margin: 0px 5px;\" title=\"DSCF6048_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6048_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6048_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6048_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A chegada do inverno \u00e9 um verdadeiro supl\u00edcio para os pescadores nordestinos. Durante essa \u00e9poca as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas deixam de ser favor\u00e1veis a maioria dos peixes que estamos acostumados a capturar e verificamos a diminui\u00e7\u00e3o da produtividade em nossas sa\u00eddas. Ventos fortes, mar agitado, \u00e1gua turva e a queda da temperatura s\u00e3o apenas alguns dos fatores que fazem da esta\u00e7\u00e3o das chuvas um per\u00edodo de des\u00e2nimo generalizado. Por isso, procuramos ficar antenados a espera de qualquer not\u00edcia sobre lugares onde uma boa investida seja vi\u00e1vel e, t\u00e3o logo chegam aos nossos ouvidos relatos de um pesqueiro proveitoso, arrumamos nossa tralhas e partimos na expectativa do momento que antecede a primeira fisgada.<\/p>\n<p>Para os que moram no Recife e n\u00e3o pretendem se aventurar em grandes dist\u00e2ncias existe uma op\u00e7\u00e3o que tem sido a &#8220;salva\u00e7\u00e3o da lavoura&#8221; em \u00e9pocas de &#8220;vacas magras&#8221;. Trata-se da Lagoa do Ara\u00e7\u00e1, um espelho de \u00e1gua formado pela vaz\u00e3o do rio Tejipi\u00f3, localizada no bairro da Imbiribeira. O local, apesar de render uma boa dose de emo\u00e7\u00e3o, \u00e9 bastante marcado pela polui\u00e7\u00e3o e as palavras n\u00e3o devem iludir o leitor de se tratar de um para\u00edso urbano. Quest\u00f5es ambientais \u00e0 parte, \u00e9 poss\u00edvel realizar boas pescarias no local, mesmo durante o inverno. O \u00fanico problema \u00e9 o peixe alvo da pescaria neste local: o camurupim.<\/p>\n<div id=\"attachment_697\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6027_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-697\" class=\"size-medium wp-image-697\" title=\"DSCF6027_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6027_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6027_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6027_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-697\" class=\"wp-caption-text\">Carlos Ara\u00fajo e o seu primeiro camurupim na lagoa. A briga rendeu muitos saltos e uma boa dose de emo\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>O esp\u00e9cime oferece um grau elevado de dificuldade na captura e pode frustrar o pescador que \u00e9 capaz fisgar 10 peixes em sua investida sem, no entanto, posar com nenhum deles na foto. E isso n\u00e3o acontece poucas vezes. \u00c9 comum na pescaria do &#8220;rei de prata&#8221; sentir o prazer de ter o peixe grudado na ponta da linha e v\u00ea-lo escapar depois do primeiro ou segundo salto. Isso n\u00e3o deve deixar o esportista desacreditado. Um pouco de perseveran\u00e7a e paci\u00eancia \u00e9 suficiente para acertar nos detalhes e trabalhar o peixe corretamente.<\/p>\n<p>Uma coisa que deve ser levada em conta quando se trata da pescaria na Lagoa do Ara\u00e7\u00e1 \u00e9 a falta de voracidade do camurupim quando comparado aos exemplares pescados em ambiente selvagem, por assim dizer. Enquanto em outros pesqueiros um ataque dessa esp\u00e9cie \u00e9 quase certo ao arremessar a isca na sua frente, na lagoa isso n\u00e3o acontece com tanta frequ\u00eancia. Mas, cedo ou tarde, acontece. Por isso vale estar preparado. Os camurupins capturados no local geralmente se situam na faixa de um a cinco quilos, embora haja relatos de indiv\u00edduos muito maiores. Podem ser fisgados com uso de iscas naturais, artificiais e fly, apesar dessa ultima modalidade ser pouco praticada em nossa terra.<\/p>\n<div id=\"attachment_700\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6038_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-700\" class=\"size-medium wp-image-700\" title=\"DSCF6038_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6038_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6038_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6038_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-700\" class=\"wp-caption-text\">Exemplar capturado com sistema de praia e camar\u00e3o morto<\/p><\/div>\n<p>O uso de iscas naturais mortas, como camar\u00e3o e fil\u00e9 de peixe, \u00e9 amplamente difundido na Lagoa do Ara\u00e7\u00e1. Talvez por isso, esse pesqueiro seja um dos poucos locais onde o camurupim pode ser capturado atrav\u00e9s desse artificio. O sistema utilizado para a modalidade \u00e9 semelhante ao usado na <a title=\"Chicote para pesca de praia\" href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=574\">pesca de praia<\/a>. Um chicote com dois ou tr\u00eas anz\u00f3is de tamanho apropriado (para refer\u00eancia tenha em mente o maruseigo 14 ou 16), chumbada e s\u00f3. Por falar em chumbada, vale ficar ligado no modelo utilizado, pois o fundo do pesqueiro \u00e9 composto de lodo, o que pode causar rompimento da linha no recolhimento quando o peso se enterra no leito lamacento. Opte por formatos como a carambola ou o torpedo e voc\u00ea estar\u00e1 livre desse problema.<\/p>\n<p>Outra modalidade de iscas naturais praticada com sucesso na Lagoa do Ara\u00e7\u00e1 \u00e9 a de pesca com b\u00f3ias. Nesse caso usa-se o sistema tradicional com um \u00fanico anzol, pequeno chumbo para arremesso e o flutuador que mant\u00e9m a linha suspensa na \u00e1gua. O esquema \u00e9 mais utilizado com iscas vivas, como o camar\u00e3o e pequenos peixinhos encontrados \u00e0s margens do local. Entretanto, tamb\u00e9m \u00e9 produtivo com as iscas mortas citadas acima.<\/p>\n<div id=\"attachment_702\" style=\"width: 292px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6044_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-702\" class=\"size-medium wp-image-702\" title=\"DSCF6044_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6044_640x480-e1311717543700-282x300.jpg\" alt=\"\" width=\"282\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6044_640x480-e1311717543700-282x300.jpg 282w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6044_640x480-e1311717543700.jpg 355w\" sizes=\"auto, (max-width: 282px) 100vw, 282px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-702\" class=\"wp-caption-text\">Na tentativa de salvar o peixe, Carlos Ara\u00fajo teve que se sujar para libert\u00e1-lo.<\/p><\/div>\n<p>No Recife, o n\u00famero de adeptos das iscas artificiais tem aumentado consideravelmente nos \u00faltimos tempos. E isso pode ser verificado tamb\u00e9m na lagoa. Em todas as nossas incurs\u00f5es a esse pesqueiro vemos sempre um ou mais pescadores fazendo uso dos peixinhos de pl\u00e1stico. A escolha da isca correta pode tornar esse tipo de pescaria mais eficiente at\u00e9 do que as listadas anteriormente. Al\u00e9m disso, deixa mais emocionante a captura do peixe por possibilitar prever o momento do ataque.<\/p>\n<p>Os poppers tem se mostrado a op\u00e7\u00e3o mais produtiva na superf\u00edcie e s\u00e3o, quase sempre, a primeira escolha tanto por tornar vis\u00edvel a investida do peixe como pela facilidade de trabalhar a isca. Um modelo imbat\u00edvel para o lugar \u00e9 o mini chug 65, da Zerek, um popper com 6,5 cms e 12g. Para movimentar a isca, um toque curto e seco com a ponta da vara a cada dois segundos aproximadamente \u00e9 o suficiente para atrair a aten\u00e7\u00e3o do peixe. Feito isso, basta ficar atento e esperar a lapada para confirmar a fisgada. Os camurupins tamb\u00e9m atacam bem iscas zara, entretanto o tamanho tem grande influ\u00eancia na efici\u00eancia da pescaria. Procure optar por iscas de no m\u00e1ximo nove cms. Para mais dicas sobre a captura desse peixe consulte a mat\u00e9ria <a title=\"Camurupim em rios e lagos\" href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=438\">camurupins em rios e lagos.<\/a><\/p>\n<div id=\"attachment_706\" style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/Zerek_Mini_Chug_555x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-706\" class=\"size-medium wp-image-706 \" title=\"Zerek_Mini_Chug_555x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/Zerek_Mini_Chug_555x480-e1311717932553-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"154\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-706\" class=\"wp-caption-text\">Mini chug 65<\/p><\/div>\n<p>Outro detalhe a ser considerado \u00e9 o hor\u00e1rio em que os peixes est\u00e3o mais ativos. Virtualmente \u00e9 poss\u00edvel fisgar o camurupim a qualquer hora na lagoa e, de fato, j\u00e1 capturamos peixes no local ao meio dia, mas para otimizar a pescaria conv\u00e9m escolher o hor\u00e1rio apropriado. O comecinho da manh\u00e3 \u00e9, sem d\u00favida, o melhor momento para come\u00e7ar os arremessos. O final da tarde tamb\u00e9m costuma ser produtivo e os peixes continuam ativos mesmo com a noite j\u00e1 fechada. Alguns pescadores preferem frequentar a lagoa enquanto est\u00e1 na vazante, enquanto outros acham melhor a enchente. Seja qual for a sua escolha \u00e9 preciso saber que existe uma diferen\u00e7a de aproximadamente tr\u00eas horas entre a mar\u00e9 apresentada na t\u00e1bua do Porto do Recife e a que se constata no local em quest\u00e3o. Isto quer dizer que, se a m\u00e1xima da mar\u00e9 no Porto do Recife for, por exemplo, 2.4m \u00e0s 5 da manh\u00e3, o pico na lagoa ser\u00e1 pr\u00f3ximo das 8h.<\/p>\n<p><strong>Pol\u00eamica<\/strong> &#8211; Em teoria existem tr\u00eas locais para pescaria na Lagoa do Ara\u00e7\u00e1. Dois mirantes, e a \u00e1rea conhecida como sa\u00edda d&#8217;\u00e1gua. Entretanto h\u00e1 um decreto da Prefeitura do Recife, o de n\u00famero 18.029, que restringe a pr\u00e1tica da modalidade apenas ao ponto onde o rio Tejipi\u00f3 encontra a lagoa. A Revista Pesca Nordeste apurou a informa\u00e7\u00e3o e teve acesso ao texto da norma onde se l\u00ea no inciso IV do s\u00e9timo paragrafo o seguinte texto <em>\u201ca lagoa poder\u00e1 ser utilizada para pequena atividade de pesca, desde que a mesma seja realizada com uso de vara e molinete, em local pr\u00f3ximo \u00e0 \u00e1rea de fluxo e refluxo da \u00e1gua, vedada, por\u00e9m, qualquer atividade de pesca em toda a \u00e1rea dos mirantes\u201d<\/em>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6042_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-709\" title=\"DSCF6042_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6042_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6042_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/DSCF6042_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Ainda sobre a quest\u00e3o, conversamos com um dos funcion\u00e1rios da empresa privada que presta servi\u00e7os de seguran\u00e7a patrimonial da lagoa e fomos informados que a recomenda\u00e7\u00e3o de remover os pescadores das \u00e1reas proibidas foi passada pela chefia do empreendimento sob a alega\u00e7\u00e3o de seguir uma norma interna a ser praticada na \u00e1rea. A verdade \u00e9 que a historia toda \u00e9 bastante confusa, ningu\u00e9m est\u00e1 certo se o decreto tem validade, empregados de seguran\u00e7a patrimonial n\u00e3o tem autoridade para retirar pessoas de um local p\u00fablico e n\u00e3o existe nenhuma sinaliza\u00e7\u00e3o indicando a proibi\u00e7\u00e3o da pesca nos mirantes. Para ser preciso com a realidade vale dizer que a fiscaliza\u00e7\u00e3o local \u00e9 quase inexistente e diversos outros pontos regulamentados pelo decreto n\u00e3o s\u00e3o cumpridos, como o uso apenas de vara e molinete, a proibi\u00e7\u00e3o da venda de bebidas alco\u00f3licas e o usufruto do local para passeio com animais dom\u00e9sticos e bicicletas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A chegada do inverno \u00e9 um verdadeiro supl\u00edcio para os pescadores nordestinos. 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