{"id":475,"date":"2011-04-08T19:23:03","date_gmt":"2011-04-08T22:23:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=475"},"modified":"2021-03-27T18:05:57","modified_gmt":"2021-03-27T21:05:57","slug":"oceanica-na-paraiba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/oceanica-na-paraiba\/","title":{"rendered":"Oce\u00e2nica na Para\u00edba"},"content":{"rendered":"<p>O Nordeste \u00e9 geograficamente privilegiado quando falamos de pescaria em alto mar. Isso porque o talude continental, local onde a profundidade cai de maneira abrupta, fica mais pr\u00f3ximo da costa. Assim, precisamos navegar menos mar adentro para chegar aos pontos onde os peixes existem em maior quantidade. Entretanto, sofremos ainda com a parca estrutura montada para atender a pr\u00e1tica da modalidade e, muitas vezes, temos que fretar embarca\u00e7\u00f5es de pescadores profissionais, cujo estado de conserva\u00e7\u00e3o deixa a desejar. Esse cen\u00e1rio vem mudando e, ainda que timidamente, vemos surgir aqui e acol\u00e1 iniciativas para implementar nosso esporte. \u00c9 o caso da Para\u00edba que h\u00e1 pouco mais de seis meses conta com a Zagaia Pesca Oce\u00e2nica.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/lancha-pier_640x480-e1302296116540.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-506 alignleft\" style=\"float: left; border: 0px initial initial;\" title=\"lancha pier_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/lancha-pier_640x480-e1302296116540.jpg\" alt=\"\" width=\"520\" height=\"377\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/lancha-pier_640x480-e1302296116540.jpg 520w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/lancha-pier_640x480-e1302296116540-300x217.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Capitaneada pelo entusiasta da modalidade, Gustavo Adelino, a possante embarca\u00e7\u00e3o de 27,5 p\u00e9s comporta quatro pescadores, al\u00e9m da tripula\u00e7\u00e3o, e \u00e9 uma excelente op\u00e7\u00e3o para quem quer se aventurar e realizar pescarias em mar aberto com conforto e seguran\u00e7a. O b\u00f3lido \u00e9 equipado com dois r\u00e1dios VHF, um fixo e um port\u00e1til, base em terra com apoio 24 hs, rastreador por sat\u00e9lite, GPS com carta n\u00e1utica, sonar com alcance de 500 metros, salvatagem completa, refletor de radar, luzes de navega\u00e7\u00e3o, duas bombas de \u00e1gua de 1000GPH cada e guincho el\u00e9trico para \u00e2ncora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nossa jornada come\u00e7ou as 4h30 da manh\u00e3, quando chegamos \u00e0 marina Big Toys, porto onde a lancha do modelo Wellcraft 260 fica atracada. Depois de carregar os \u00faltimos suprimentos foi dada a partida no motor e seguimos pelo rio Para\u00edba at\u00e9 cruzar o porto de Cabedelo e entrar nas \u00e1guas salgadas que banham a cidade. Cerca de uma hora e meia depois de nossa sa\u00edda, chegamos ao primeiro pesqueiro, distante 30 quil\u00f4metros da costa.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4225_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-502  alignleft\" style=\"margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 5px;\" title=\"DSCF4225_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4225_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4225_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4225_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Tudo necess\u00e1rio para expedi\u00e7\u00e3o \u00e9 fornecido por Adelino, desde varas e iscas at\u00e9 refei\u00e7\u00f5es apropriadas para o consumo no balan\u00e7ar das ondas. A primeira modalidade que experimentamos foi o corrico onde usamos plugs de profundidade e de meia \u00e1gua navegando a uma velocidade entre 12 e 15 km\/h. Ao todo corricamos utilizando quatro varas com passadores de roldanas, especificas para esse fim, medindo de 1,70 a 1,90 metros. Para acompanhar o conjunto, carretilhas de perfil redondo abastecidas com 500 metros de monofilamento 90 libras. Nas duas varas laterais usamos iscas de meia \u00e1gua distantes aproximadamente 70m do barco e trabalhando a tr\u00eas metros da superf\u00edcie. J\u00e1 nos dois outros equipamentos, montados na parte central da lancha, colocamos iscas que atingem uma profundidade maior, oito metros.<\/p>\n<p>Logo nos primeiros instantes da pescaria o sinal sonoro de uma das carretilhas toca denunciando o peixe fisgado. Alguns instantes de briga decorrem e, desta feita, a presa escapa sem mostrar a cara. Iscas na \u00e1gua de novo e, mais uma vez o alarme soa, entretanto, desta vez, n\u00e3o apenas em uma vara, mas em duas, simultaneamente. Com os pescadores mais atentos eis que sai a primeira foto. Duas pequenas, albacoras capturada com as iscas das varas laterais. E assim foi at\u00e9 as dez horas da manha, hor\u00e1rio em que o sol come\u00e7a a ficar mais fortes e os peixes migram para o fundo. Por isso, decidimos trocar de modalidade e passar a pescar com os Jumping Jigs.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_511\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/P4030149_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-511\" class=\"size-full wp-image-511 \" style=\"margin-left: 0px; margin-right: 1px;\" title=\"P4030149_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/P4030149_640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/P4030149_640x480.jpg 640w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/P4030149_640x480-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-511\" class=\"wp-caption-text\">Albacorinhas no corrico<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_512\" style=\"width: 370px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/P4030155.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-512\" class=\"size-full wp-image-512\" title=\"P4030155\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/P4030155.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/P4030155.jpg 360w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/P4030155-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-512\" class=\"wp-caption-text\">Pargo capturado a 250 mts de profundidade<\/p><\/div>\n<p>Para isso, seguimos rumo ao talude continental, conhecido pelos pescadores como \u201cparedes\u201d, onde come\u00e7amos a \u201cjigar\u201d em um ponto com 250 metros de profunidade. Aqui, as carretilhas el\u00e9tricas s\u00e3o fundamentais pois auxiliam no recolhimento de uma grande quantidade de linha e deixam o pescador com as m\u00e3os livres para movimentar iscas que pesam entre 150 a 400 gramas.\u00a0 De resto, n\u00e3o h\u00e1 mist\u00e9rio. Basta deixar que o jig atinja o leito do oceano, travar a carretilha e ligar o bot\u00e3o que aciona a retomada de linha enquanto executa toques com a vara para emprestar \u00e0 isca a sensa\u00e7\u00e3o de um peixe ferido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em um outro pesqueiro testamos a efetividade da pescaria com pargueiras, algo muito semelhante a um chicote de praia, com o diferencial de usar equipamentos mais refor\u00e7ados e um aparato luminoso que pisca ao contato com a \u00e1gua. O sistema \u00e9 levado ao fundo por uma chumbada bem servida, no nosso caso, pesando um quilo. Iscamos os anz\u00f3is com fil\u00e9 de atum e sardinhas e depois que o sistema atinge o fundo do mar \u00e9 s\u00f3 esperar sentir o peixe na linha para efetuar a ferrada. Fisgamos v\u00e1rios pargos de tamanho m\u00e9dio usando esta t\u00e9cnica. Mas vale ficar atento, pois o sistema \u00e9 eficaz para diversas esp\u00e9cies de peixes de fundo como os chernes e os badejos.<\/p>\n<div id=\"attachment_510\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/p1271300cpia_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-510\" class=\"size-medium wp-image-510  \" style=\"margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 4px; margin-right: 0px;\" title=\"p1271300cpia_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/p1271300cpia_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/p1271300cpia_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/p1271300cpia_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-510\" class=\"wp-caption-text\">Agulh\u00e3o de vela (sailfish)<\/p><\/div>\n<p>Por falar em peixe, podemos capturar diversos tipos na pescaria em mar aberto. Uma lista que n\u00e3o deixa a Para\u00edba atr\u00e1s de nenhum outro bom pesqueiro do pa\u00eds. Cavalas branca (verdadeira) e Wahoo (aipim), dourados, barracudas, atuns, serras (sororocas), bonitos, xar\u00e9u-olhudo (guaracimbora ou aracibora), garajuba, sailfish (agulh\u00e3o de vela), vermelhos (cioba, dent\u00e3o, guai\u00faba, pargos, arioc\u00f3s), serigado, olho-de-c\u00e3o, olho de boi (arabaiana). Uma sele\u00e7\u00e3o pra deixar qualquer pescador mais do que satisfeito.<\/p>\n<div id=\"attachment_507\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/p1041128_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-507\" class=\"size-medium wp-image-507  \" style=\"margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-right: 4px;\" title=\"p1041128_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/p1041128_640x480-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/p1041128_640x480-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/p1041128_640x480.jpg 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-507\" class=\"wp-caption-text\">Dourado<\/p><\/div>\n<p>Depois de embarcar alguns pargos e perto do meio dia fizemos uma pausa para o almo\u00e7o onde tivemos a satisfa\u00e7\u00e3o de saborear o escabeche de peixe com pir\u00e3o preparado na cozinha do Zagaia. Al\u00e9m de muito saboroso, o prato recuperou a energia dos pescadores que partiram com \u00edmpeto renovado em busca do trof\u00e9u. Quando o capit\u00e3o Adelino nos disse \u201ccomam direitinho que o pir\u00e3o vai despertar voc\u00eas\u201d, parecia que estava adivinhando a epop\u00e9ia que viria a seguir. Perto das 14 horas hav\u00edamos voltado a praticar o corrico e sem nenhum aviso as quatro carretilhas berraram ao mesmo tempo mostrando as varas vergadas sob o peso de grandes peixes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A correria foi intensa e o conv\u00e9s do barco se tornou palco de uma explos\u00e3o de adrenalina. Dos quatro peixes fisgados dois se desvencilharam e um foi embora levando isca e tudo. Apenas o \u00faltimo permaneceu para duelar com os pescadores da nossa equipe. Antes tivesse escapado tamb\u00e9m. O que estava na outra ponta da linha era uma albacora de laje que lutou incansavelmente durante quatro horas e meia deixando todos os que estavam na embarca\u00e7\u00e3o exaustos. Sim, porque depois da primeira meia hora de briga, ao ver que o peixe n\u00e3o mostrava o m\u00ednimo sinal de fadiga, come\u00e7amos um rod\u00edzio de pescadores que come\u00e7ou no inicio da tarde e s\u00f3 terminou com a noite j\u00e1 fechada. E n\u00e3o pensem que a briga durou esse tempo porque aliviamos a barra. A carretilha trabalhou o tempo inteiro com o freio praticamente todo fechado e mesmo assim o atum continuava valente. Ao fim, a garat\u00e9ia da isca n\u00e3o resistiu e abriu sob a press\u00e3o do animal, liberando o nosso gigante.<\/p>\n<div id=\"attachment_503\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4235_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-503\" class=\"size-full wp-image-503 \" style=\"margin-left: 0px; margin-right: 1px;\" title=\"DSCF4235_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4235_640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4235_640x480.jpg 640w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4235_640x480-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-503\" class=\"wp-caption-text\">Albacora estimada entre 60 e 70 kg, Nao \u00e9 possivel admirar a dimens\u00e3o do peixe por falta de referencial.<\/p><\/div>\n<p>Nessa hora, se fez um breve silencio no Zagaia e, apesar de ningu\u00e9m ter dito uma \u00fanica palavra, era vis\u00edvel no semblante de cada uma a express\u00e3o \u201cgra\u00e7as a Deus escapou\u201d. O barco era a personifica\u00e7\u00e3o do cansa\u00e7o, pescadores exauridos deitados em qualquer lugar que os acomodassem. Com a sensa\u00e7\u00e3o de dever cumprido, iniciamos o retorno a marina onde aportamos por volta das 20h.<\/p>\n<div id=\"attachment_504\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4236_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-504\" class=\"size-full wp-image-504 \" style=\"margin-left: 0px; margin-right: 1px;\" title=\"DSCF4236_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4236_640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4236_640x480.jpg 640w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/DSCF4236_640x480-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-504\" class=\"wp-caption-text\">Com o barco para servir de par\u00e2metro percebe-se o tamanho do animal<\/p><\/div>\n<p>Desta sa\u00edda ao mar fica uma importante li\u00e7\u00e3o. Mais do que usar o equipamento adequado e saber fazer as escolhas das iscas, \u00e9 primordial contar com um bom guia de pesca. De nada teria adiantado percorrer quil\u00f4metros e mais quil\u00f4metros no oceano sem a experi\u00eancia de um bom navegador. E isso Gustavo Adelino trouxe \u00e0 tona. Em seu GPS ele tem marcado os pesqueiros mais produtivos e nos conduziu com maestria aos pontos onde fisgamos nossos exemplares. Costumamos dizer que sorte \u00e9 uma grande parte da pescaria, mas quando temos um bom guia de pesca esse fator \u00e9 atenuado. No caso de Adelino, a experi\u00eancia \u00e9 fruto de uma vida de conviv\u00eancia com os homens do mar, pescadores artesanais que tiram seu sustento das \u00e1guas paraibanas. Nesse tempo ele mapeou os melhores pesqueiros da regi\u00e3o e teve oportunidade se familiarizar com as t\u00e9cnicas e condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para obter sucesso nas pescarias. Some-se a isso uma excelente embarca\u00e7\u00e3o e voc\u00ea tem a receita para uma pescaria inesquec\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/barracuda_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-500 \" style=\"margin-left: 0px; margin-right: 1px;\" title=\"barracuda_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/barracuda_640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/barracuda_640x480.jpg 640w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/barracuda_640x480-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<div class=\"mceTemp mceIEcenter\" style=\"text-align: left;\">\n<dl id=\"attachment_500\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 650px;\">\n<dd class=\"wp-caption-dd\">Adelino posa com barracuda capturada no corrico<\/dd>\n<\/dl>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Zagaia Pesca Oce\u00e2nica &#8211; (83) 9382 8162<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"mailto:gustavoadelino@superig.com.br\">gustavoadelino@superig.com.br<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Nordeste \u00e9 geograficamente privilegiado quando falamos de pescaria em alto mar. 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