{"id":438,"date":"2011-03-23T17:01:20","date_gmt":"2011-03-23T20:01:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=438"},"modified":"2021-03-27T18:05:57","modified_gmt":"2021-03-27T21:05:57","slug":"camurupim-em-rios-e-lagos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/camurupim-em-rios-e-lagos\/","title":{"rendered":"Camurupim em rios e lagos"},"content":{"rendered":"<p>Apesar de ser um dos peixes esportivos mais abundantes no Nordeste, o camurupim ainda \u00e9 um espa\u00e7o a completar no \u00e1lbum das esp\u00e9cies almejadas por grande parte dos que arremessam suas linhas nessa regi\u00e3o do pa\u00eds. Chega a ser surpreendente perceber quantos pescadores ainda n\u00e3o experimentaram o prazer de duelar com esse animal maravilhoso, que proporciona um verdadeiro espet\u00e1culo com seus saltos e nos faz sentir um misto de adrenalina e contempla\u00e7\u00e3o. Por isso, ao final dessa mat\u00e9ria, esperamos trazer aos nossos leitores as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para deix\u00e1-los um pouco mais pr\u00f3ximos do momento da fisgada e do clique que eterniza em foto a lembran\u00e7a da emo\u00e7\u00e3o vivida.<\/p>\n<div id=\"attachment_462\" style=\"width: 629px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Camurupim-2_640x480-e1300909364674.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-462\" class=\"size-full wp-image-462\" title=\"Camurupim 2_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Camurupim-2_640x480-e1300909364674.jpg\" alt=\"\" width=\"619\" height=\"430\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Camurupim-2_640x480-e1300909364674.jpg 619w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Camurupim-2_640x480-e1300909364674-300x208.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 619px) 100vw, 619px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-462\" class=\"wp-caption-text\">N\u00edcolas Sato e seu pim capturado na lagoa do Ara\u00e7\u00e1<\/p><\/div>\n<p>A princ\u00edpio, \u00e9 importante saber que o camurupim pode ser capturado tanto em rios e lagoas como em \u00e1gua salgada. Na verdade, \u00e9 poss\u00edvel encontrar esse tipo de peixe virtualmente em qualquer rio que tenha liga\u00e7\u00e3o com o mar. O interessante, como em qualquer pescaria a ser feita em local que ainda n\u00e3o conhecemos, ou cujas esp\u00e9cies de peixe n\u00e3o temos certeza de habitar, \u00e9 perguntar aos que freq\u00fcentam o pesqueiro. Alias, um ponto que deve ser levado em conta, \u00e9 a resist\u00eancia do camurupim \u00e0s agress\u00f5es do homem. Por isso, conseguimos pesc\u00e1-lo mesmo em rios urbanos com elevado \u00edndice de polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_441\" style=\"width: 501px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF4671_1600x1200.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-441\" class=\"size-large wp-image-441    \" style=\"margin: 0px; border: 0px initial initial;\" title=\"DSCF4671_1600x1200\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF4671_1600x1200-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"491\" height=\"369\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF4671_1600x1200-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF4671_1600x1200-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF4671_1600x1200.jpg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 491px) 100vw, 491px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-441\" class=\"wp-caption-text\">Camurupim capturado na bacia do Pina<\/p><\/div>\n<p>Um exemplo disso pode ser observado no Recife, onde encontramos camurupins tanto no rio Capibaribe quanto na Bacia do Pina, locais fortemente marcados pela presen\u00e7a humana e a seq\u00fcelas ambientais decorrentes dela. Nesse tipo de pescaria, apesar da grande quantidade de peixes, nos deparamos com sacos pl\u00e1sticos, lixo dom\u00e9stico, e todo tipo de desperd\u00edcio lan\u00e7ados pela popula\u00e7\u00e3o diretamente nas \u00e1guas ribeirinhas. Sem d\u00favida um ponto negativo para a pr\u00e1tica do nosso hobby. Mas vamos \u00e0 pescaria propriamente dita.<\/p>\n<p>Fora da \u00e1gua salgada os camurupins geralmente n\u00e3o chegam ao seu tamanho m\u00e1ximo (que pode superar os 150kg) e \u00e9 mais comum capturar exemplares entre dois e 10kg. O que n\u00e3o quer dizer que n\u00e3o seja poss\u00edvel se deparar com um peixe muito maior do que a m\u00e9dia. O \u201crei prateado\u201d pode ser fisgado com uso de iscas artificiais, Fly, iscas naturais vivas e, mais raramente, com iscas naturais mortas. Nas linhas abaixo falaremos das modalidades com artificiais e iscas vivas, visto serem as mais eficientes para este esp\u00e9cime.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Iscas Naturais Vivas<\/strong><\/p>\n<p>O engodo que vai na ponta do anzol pode variar de um lugar para outro em nossa regi\u00e3o e depende muito do alimento que o peixe est\u00e1 acostumado a encontrar. Por isso vamos resumir a duas op\u00e7\u00f5es que nos servem, tanto pela facilidade em obter quanto pela efici\u00eancia em atrair esse peixe: o camar\u00e3o vivo e o guar\u00fa \u2013 que nada mais \u00e9 do que a denomina\u00e7\u00e3o geral para pequenos peixes presentes na margem do pr\u00f3prio local de pesca. O guar\u00fa pode ser adquirido com uso do gerer\u00ea \u2013 artefato que consiste de um aro geralmente met\u00e1lico atrelado a uma rede de malha fina \u2013 ou at\u00e9 mesmo por meio dos cai\u00e7aras locais.<\/p>\n<p>O sistema utilizado \u00e9 o de arremesso com b\u00f3ia montado com um girador amarrado a linha que sai do molinete ou carretilha, uma b\u00f3ia com chumbo para lastro e uma pernada de comprimento vari\u00e1vel com um anzol na ponta. O modelo depende da prefer\u00eancia de cada pescador, mas \u00e9 extremamente importante que esteja bem afiado, pois a boca do camurupim \u00e9 muito dura e um anzol velho certamente resultar\u00e1 em uma diminui\u00e7\u00e3o das capturas. Recomendamos os tamanhos 2\/0, 3\/0 ou de acordo com a dimens\u00e3o da isca que se vai utilizar. Outro ponto vital \u00e9 utilizar um anzol resistente, j\u00e1 que n\u00e3o \u00e9 incomum perder o peixe pela abertura de material de qualidade inferior.<\/p>\n<p>Dito isso, \u00e9 s\u00f3 colocar a isca, o camar\u00e3o fisgado pelo chifre e o guar\u00fa pelo dorso ou pela parte superior da boca e realizar o arremesso. Deixe a b\u00f3ia ser levada pela correnteza, recolha e arremesse novamente de tempos em tempos de modo que a isca percorra uma quantidade significativa do pesqueiro em busca do trof\u00e9u. Mas fique atento. Quando o peixe ataca, a b\u00f3ia some repentinamente da flor d\u201d\u00e1gua e o pescador dever realizar a fisgada rapidamente sob pena de perder o peixe num momento de descuido.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Iscas Artificiais<\/strong><\/p>\n<p>Talvez seja a modalidade mais prazerosa para fisgar o \u201crei de prata\u201d porque permite arremessar a isca \u201cna cara do peixe\u201d quando ele sobe a superf\u00edcie. Sim, muitas vezes \u00e9 poss\u00edvel visualizar a nadadeira dorsal do camurupim cortar a \u00e1gua, denunciando sua presen\u00e7a e a dire\u00e7\u00e3o em que est\u00e1 seguindo. \u00c9 nesse momento os pescadores de artificial arremessam as iscas imediatamente \u00e0 frente de onde o camurupim aflorou e realizam o trabalho na expectativa de sentir o ataque do torpedo prateado.<\/p>\n<p>Para os que nunca tiveram a oportunidade de digladiar com esse esp\u00e9cime, vale uma regra geral, procure escolher iscas pequenas, entre seis e nove cent\u00edmetros, pois s\u00e3o as mais efetivas. Evidentemente, \u00e9 poss\u00edvel fisgar o peixe com outros tamanhos de plugs, mas as a\u00e7\u00f5es tendem a aumentar dentro dessa faixa de comprimento. Em alguns locais o camurupim ataca bem na superf\u00edcie e torna poss\u00edvel uma pescaria quase que exclusiva com esse tipo de isca. Em outras localidades as iscas de meia \u00e1gua s\u00e3o mais indicadas. Por isso vale a sensibilidade do pescador para encontrar a profundidade onde os peixes est\u00e3o mais ativos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/speedpop.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-432\" title=\"speedpop\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/speedpop-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/speedpop-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/speedpop.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Se tiv\u00e9ssemos que optar por apenas dois tipos de iscas para capturar os camurupins certamente a escolha mais indicada para nossa caixa seria o Popper e o conjunto de shad acoplado ao jig head. O popper, entre seis e oito cent\u00edmetros, na maioria das vezes \u00e9 a escolha inicial da pescaria por favorecer os ataques na superf\u00edcie que tornam a briga com o peixe ainda mais interessante. Apenas para servir de referencia, citamos as iscas Vulcan 70 (7cms e 12g) e Speed Pop 80 (8cms e 9,5g), ambas da Marine Sports. Os poppers devem ser trabalhados com um toque curto e firme de ponta de vara fazendo a isca espalhar \u00e1gua pela superf\u00edcie. Para o camurupim o trabalho deve ser lento, algo como um toque a cada dois segundos.<\/p>\n<p>J\u00e1 os shads mais indicados medem 3\u201d, ou seja, 7cms, preferencialmente na cor branca. O peixinho de silicone pode ser acoplado a jig heads de pesos vari\u00e1veis, entretanto uma boa medida s\u00e3o as cabe\u00e7as de chumbo com 14gr e anzol 3\/0. Assim como com os poppers, o recolhimento deve ser lento, combinado com um ou dois toques ocasionais.<\/p>\n<p>Tenha nervos de a\u00e7o, pois o camurupim erra com bastante freq\u00fc\u00eancia o ataque a isca. Isso, muitas vezes, nos faz dar uma ferrada prematura, tirando, literalmente, o plug da boca do peixe. N\u00e3o \u00e9 incomum ver o peixe errar quatro, cinco, seis vezes o ataque ao peixinho de pl\u00e1stico e, ainda assim, continuar a perseguir a presa. Uma id\u00e9ia que deve ficar na mente de quem pretende capturar essa esp\u00e9cie \u00e9 o fato de vermos o peixe estourar a \u00e1gua enquanto fazemos o recolhimento de linha, inclusive tocando a isca, mas sem coloc\u00e1-la na boca. Por isso \u00e9 poss\u00edvel sentir pequenas pancadas enquanto o camurupim persegue nosso engodo. O ideal \u00e9 realizar a fisgada na hora\u00a0em que se sente a linha \u201cpesar\u201d. Entretanto, infelizmente, s\u00f3 a pratica ensina o momento correto.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF5777_3296x2472_640x480.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-456\" title=\"DSCF5777_3296x2472_640x480\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF5777_3296x2472_640x480.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF5777_3296x2472_640x480.jpg 640w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/DSCF5777_3296x2472_640x480-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Por falar em fisgada, esse \u00e9 outro ponto fundamental para conseguir posar com o camurupim na foto. Sua boca \u00e9 formada por placas \u00f3sseas que dificultam bastante a penetra\u00e7\u00e3o do anzol. Por isso, al\u00e9m de contar com o equipamento o mais afiado poss\u00edvel, como j\u00e1 foi mencionado, devemos realizar uma ferrada vigorosa, tanto para a pescaria com artificiais quanto no caso das iscas vivas. E n\u00e3o apenas isso. Outro detalhe importante \u00e9 realizar uma segunda e, at\u00e9 mesmo uma terceira, ferrada para confirmar o peixe na linha.<\/p>\n<p>Entretanto, isso n\u00e3o deve ver feito de maneira aleat\u00f3ria. Quase sempre ap\u00f3s a primeira fisgada, o \u201crei prateado\u201d salta da \u00e1gua tentando se desvencilhar do anzol. \u00c9 nessa hora que a maioria dos exemplares escapa. Por\u00e9m, se o peixe deu seu primeiro salto ou mesmo se n\u00e3o saltou ap\u00f3s a fisgada inicial, d\u00ea uma nova puxada firme\u00a0para diminuir a probabilidade de fuga do torpedo. Vale lembrar que, mesmo usando todas as t\u00e9cnicas listadas acima, at\u00e9 o mais experiente dos pescadores ainda perde uma quantidade consider\u00e1vel de peixes dessa esp\u00e9cie em meio \u00e0s piruetas que o camurupim performa sobre a \u00e1gua durante a briga.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de ser um dos peixes esportivos mais abundantes no Nordeste, o camurupim ainda \u00e9 um espa\u00e7o a completar no \u00e1lbum das esp\u00e9cies almejadas por grande parte dos que arremessam suas linhas nessa regi\u00e3o do pa\u00eds. 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