{"id":2763,"date":"2015-09-30T22:37:03","date_gmt":"2015-10-01T01:37:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=2763"},"modified":"2024-01-05T11:10:00","modified_gmt":"2024-01-05T14:10:00","slug":"era-uma-vez-pedreiras-do-rio-negro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/era-uma-vez-pedreiras-do-rio-negro\/","title":{"rendered":"Era uma vez Pedreiras do Rio Negro"},"content":{"rendered":"\n<p>Recentemente comentamos as dificuldades que pass\u00e1vamos ao ir pescar no Amazonas no in\u00edcio do turismo da pesca esportiva na regi\u00e3o, onde n\u00e3o disp\u00fanhamos de guias ou piloteiros e t\u00ednhamos que nos virar com o motor de popa e o el\u00e9trico, al\u00e9m de matar a charada com os pontos de pesca e h\u00e1bitos dos peixes, em fun\u00e7\u00e3o da \u00e9poca da pescaria e da altura das \u00e1guas.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o existia a internet, e, comparando com os dias de hoje, eram poucas as informa\u00e7\u00f5es de um modo geral, principalmente com <a><\/a>rela\u00e7\u00e3o ao material adequado.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00ed tiveram papel de destaque as revistas de pesca, programas de televis\u00e3o e as conversas nas lojas de pesca.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembro-me que fiquei fascinado com os primeiros n\u00fameros da revista Aruan\u00e3, onde se ensinava os principais tipos e modelos de iscas artificiais. Lembro-me tamb\u00e9m, salvo engano, que o primeiro curso sobre iscas artificiais foi ministrado pela revista Aruan\u00e3, no \u201cParque da \u00c1gua Branca\u201d. Se eu estiver errado, me corrija, Toninho.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje em dia o pessoal est\u00e1 mal acostumado, s\u00f3 vai aos pesqueiros com todas as dicas de bandeja. O desafio da aventura e descoberta parece que perdeu um pouco o valor.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso tudo, aqueles tempos me ensinaram que n\u00e3o existem verdades absolutas em pescaria com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 captura do peixe, coisa que muitos pescadores ainda n\u00e3o aprenderam.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea pode ir a determinado pesqueiro na melhor \u00e9poca, melhor hor\u00e1rio, melhor lua, etc, e quebrar a cara. Muitos pensam que na Amaz\u00f4nia \u00e9 s\u00f3 jogar a isca em qualquer lugar que captura o peixe. Ledo engano.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas tamb\u00e9m \u00e9 fato que o estudo e observa\u00e7\u00e3o da natureza e h\u00e1bitos dos peixes \u00e9 essencial para ter \u00eaxito, mas apenas otimiza a pescaria, n\u00e3o garante nada.<\/p>\n\n\n\n<p>Numa de minhas viagens ao Amazonas, est\u00e1vamos em um grupo de amigos, a \u201cTurma do Chegado\u201d, onde aproveitava para dar vaz\u00e3o \u00e0 minha secura para pescar. Levava a c\u00e2mera apenas pelo h\u00e1bito de registrar alguma coisa que fugisse ao comum. Sa\u00edmos um dia eu e o Sab\u00e1, propriet\u00e1rio do barco \u201cMiss Bebel\u201d, para pinchar numas pedreiras velhas conhecidas na altura do Rio Unini, mas ainda no Rio Negro, local excelente para tucunar\u00e9s.<\/p>\n\n\n\n<p>Pois bem, foi a\u00e7\u00e3o o tempo todo, um espet\u00e1culo. Eu estava quase sem bateria e pouca fita, pois tinha ido para pescar, e registrei pouca coisa, mas despertou meu lado \u201cc\u00e2mera\u201d. Assim, mal cheguei ao barco fui logo combinando com o Guila e o Feij\u00e3o uma grava\u00e7\u00e3o para o dia seguinte, pois queria pegar o mesmo hor\u00e1rio e mesmas condi\u00e7\u00f5es. Achava que iria gravar uma obra prima.<\/p>\n\n\n\n<p>Mal amanheceu e j\u00e1 est\u00e1vamos \u00e0 caminho do pesqueiro. Batemos a manh\u00e3 toda, nos mesmos locais, e nada, nem sequer uma marola. E o pesqueiro abrangia v\u00e1rios pontos e situa\u00e7\u00f5es diferentes. Batemos em todos, sem efeito. O que aconteceu? Mesmas condi\u00e7\u00f5es, mesmo hor\u00e1rio, n\u00e3o houve mudan\u00e7a de clima, nada.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso nunca podemos garantir a ningu\u00e9m uma pescaria de sucesso, apenas otimizar a pescaria com base nos conhecimentos e torcer para que d\u00ea certo.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 a hist\u00f3ria desse videozinho&#8230;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Era uma vez Pedreiras do Rio Negro A\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/w0NlAD_NZaQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recentemente comentamos as dificuldades que pass\u00e1vamos ao ir pescar no Amazonas no in\u00edcio do turismo da pesca esportiva na regi\u00e3o, onde n\u00e3o disp\u00fanhamos de guias ou piloteiros e t\u00ednhamos que nos virar com o motor de popa e o el\u00e9trico, al\u00e9m de matar a charada com os pontos de pesca e h\u00e1bitos dos peixes, em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[18],"tags":[178,344,30,4,195,129],"class_list":["post-2763","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-curtas","tag-marcao","tag-pedreiras-do-rio-negro","tag-pesca","tag-pescaria","tag-rio-negro","tag-tucunare"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2763","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2763"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2763\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2764,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2763\/revisions\/2764"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2763"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2763"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2763"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}