{"id":2749,"date":"2022-07-02T14:51:49","date_gmt":"2022-07-02T17:51:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=2749"},"modified":"2024-01-05T11:06:17","modified_gmt":"2024-01-05T14:06:17","slug":"de-volta-ao-mutuca-01","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/de-volta-ao-mutuca-01\/","title":{"rendered":"De volta ao Mutuca 01"},"content":{"rendered":"\n<p>Como o tempo voa&#8230; A vida passa muito r\u00e1pido, e ao nos darmos conta, parece que estamos assistindo um \u201ctrailer\u201d do passado. Nem tudo \u00e9 revelado, mas basta para ligar o bot\u00e3o da saudade&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1998 tivemos o primeiro contato com o rio Mutuca, numa das datas reservadas ao \u201cGrupo do Chegado\u201d. Nessa ocasi\u00e3o o planejado era pescar no rio Nhamund\u00e1, divisa entre Amazonas e Par\u00e1, mas l\u00e1 chegando o rio estava muito alto, escondendo suas praias, engolidas pelas <a><\/a>\u00e1guas, e ainda por cima uma chuva que n\u00e3o dava esperan\u00e7as de melhorar. Depois de uns dois dias por l\u00e1, descobrimos que est\u00e1vamos na data errada. Paci\u00eancia, voltamos&#8230; Apesar da dist\u00e2ncia at\u00e9 Manaus, nosso grupo tinha sempre uns dias a mais do que os normalmente programados, pois escolh\u00edamos datas que tivesse folgas na agenda.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem muitas op\u00e7\u00f5es, escolhemos um ponto perto de Manaus, o rio Mutuca, distante de barco umas 14 horas. Por estrada, incluindo um translado de balsa, umas 4 horas. Achamos um pouco povoado, e tivemos alguns problemas na pescaria devido rejei\u00e7\u00e3o e proibi\u00e7\u00e3o de alguns moradores, mas isso \u00e9 outra hist\u00f3ria, que fica para outra vez, como dizia J\u00falio Gouveia ao final dos cap\u00edtulos do \u201cS\u00edtio do Pica-Pau Amarelo\u201d, exibido pela TV Tupi nos anos dourados&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma pequena \u201cpiscadela\u201d e \u201cvoamos\u201d para 1999, recebendo o grupo de Romeu Konell e Gildo Hornburg, de Jaragu\u00e1 do Sul, Santa Catarina. Essa pescaria foi a express\u00e3o m\u00e1xima do que \u00e9 pescar na Amaz\u00f4nia, que originou mat\u00e9ria de capa da revista \u201cTrof\u00e9u Pesca\u201d. Nos anos seguintes acabou virando DVD com o t\u00edtulo \u201cUm Rio Chamado Mutuca\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O tempo passou, mudei para Natal, e em novembro de 2019, vinte anos depois, estava como sempre vendo os acontecimentos do dia no computador, quando recebo uma mensagem pelo You Tube, de um tal de Tarc\u00edsio, pedindo meu WhatsApp e falando comigo como se me conhecesse.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiquei desconfiado e pedi para me avivar a mem\u00f3ria, pedindo desculpas&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Respondeu que era do Mutuca e morava atualmente em Manaus, e que pescou comigo e o Guila como piloteiro no barco do Sab\u00e1, o Miss Bebel, e estava procurando muito nosso contato.<\/p>\n\n\n\n<p>Era o Tat\u00e1, nosso piloteiro mirim, na \u00e9poca com 14 anos. Tem hoje uma pousada no Mutuca e combinamos uma pescaria para 2020, onde mataria as saudades do pessoal e da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00ed chegou a pandemia e mudou nossos panos, mas o sonho n\u00e3o morreu, e finalmente estamos prontos para mais uma vez navegar por aquelas \u00e1guas, em outubro de 2022, se Deus quiser, onde darei uma pausa na minha aposentadoria e gravarei mais uma aventura naquele para\u00edso.<\/p>\n\n\n\n<p>Como n\u00e3o sou ego\u00edsta, vou compartilhar com meus amigos as lembran\u00e7as daquele passado, preparando terreno para a pr\u00f3xima produ\u00e7\u00e3o da \u201cTurma do Chegado\u201d, onde teremos uma boa amostra do que era e do que \u00e9 atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Vou postar imagens conhecidas e outras que n\u00e3o foram usadas, aos poucos, tipo conta gotas, para n\u00e3o ficar cansativo e do tamanho desse texto.<\/p>\n\n\n\n<p>Por enquanto \u00e9 s\u00f3!<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/291709180_5468635159825203_8284134933397717990_n.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"526\" height=\"709\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/291709180_5468635159825203_8284134933397717990_n.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2750\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/291709180_5468635159825203_8284134933397717990_n.jpg 526w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/291709180_5468635159825203_8284134933397717990_n-223x300.jpg 223w\" sizes=\"auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como o tempo voa&#8230; A vida passa muito r\u00e1pido, e ao nos darmos conta, parece que estamos assistindo um \u201ctrailer\u201d do passado. 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