{"id":260,"date":"2011-01-20T17:53:10","date_gmt":"2011-01-20T20:53:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=260"},"modified":"2011-01-21T09:14:14","modified_gmt":"2011-01-21T12:14:14","slug":"redondos-em-olinda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/redondos-em-olinda\/","title":{"rendered":"Redondos em Olinda"},"content":{"rendered":"<p><em>Em pesqueiros organizados \u00e9 poss\u00edvel aliar o prazer da pesca ao desfrute de uma estrutura montada para receber com conforto o pescador e sua fam\u00edlia<\/em><\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/2010_0203Coqueiral_Park0070_2048x1536.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-259\" title=\"2010_0203Coqueiral_Park0070_2048x1536\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/2010_0203Coqueiral_Park0070_2048x1536-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"581\" height=\"436\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/2010_0203Coqueiral_Park0070_2048x1536-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/2010_0203Coqueiral_Park0070_2048x1536-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/2010_0203Coqueiral_Park0070_2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 581px) 100vw, 581px\" \/><\/a><\/em><\/p>\n<p>N\u00f3s, que somos loucos por pesca, esperamos avidamente o final de semana chegar para dar nossos arremessos em busca dos peixes que mais gostamos de capturar. Entretanto, nem sempre os deuses colaboram com o pescador e n\u00e3o \u00e9 raro chegar ansioso \u00e0 nossa praia favorita e encontr\u00e1-la tomada por sarga\u00e7o, ou mesmo com um vento t\u00e3o intenso que estraga qualquer alegria. Sem falar nas vezes em que dizemos \u00e0 \u201cpatroa\u201d que vamos pescar e recebemos aquele olhar fulminante de desaprova\u00e7\u00e3o que acaba na hora com o \u00edmpeto de sair de casa. Mas n\u00e3o se preocupe, meu caro amigo, existe uma solu\u00e7\u00e3o para n\u00e3o passar sem peixes nos dias de descanso e ainda deixar a companheira com um sorriso de orelha a orelha: os pesque-pague<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/lago2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-263\" style=\"margin-left: 5px; margin-right: 5px;\" title=\"lago2\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/lago2-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/lago2-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/lago2.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Lago.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-264\" title=\"Lago\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Lago-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Lago-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Lago.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Para testar a op\u00e7\u00e3o, visitamos o pesqueiro Coqueiral Park, uma \u00e1rea de 16 hectares localizada a 20 quil\u00f4metros do centro do Recife. Fomos atra\u00eddos\u00a0pela presen\u00e7a dos chamados peixes redondos (tambaqui, pacu e tambac\u00fa), que povoam dois dos seis lagos da propriedade, e pela not\u00edcia da captura de enormes pirarucus no local (o \u00faltimo deles com 42kg). Chegamos \u00e0s 8h, hor\u00e1rio em que o estabelecimento abre, e fomos nos familiarizando com a pescaria que seria realizada. Munidos de nosso equipamento, varas, molinetes e carretilhas, decidimos fazer uma pescaria tradicional em pesqueiros com uso de b\u00f3ia simples, linha amarrada ao girador e um anzol na ponta. Uma t\u00e9cnica b\u00e1sica, mas bastante eficiente. Na ocasi\u00e3o optamos pelos chamados anz\u00f3is de camurim (wide gap) nos tamanhos 1\/0 ou 2\/0. O modelo permitiu fisgadas na extremidade da boca do peixe, facilitando a retirada e minimizando danos ao animal<\/p>\n<div id=\"attachment_258\" style=\"width: 624px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/DSCF5555_2048x1536.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-258\" class=\"size-large wp-image-258 \" title=\"DSCF5555_2048x1536\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/DSCF5555_2048x1536-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"614\" height=\"461\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/DSCF5555_2048x1536-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/DSCF5555_2048x1536-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/DSCF5555_2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-258\" class=\"wp-caption-text\">Sistema: Anzol de camurim, pernada de nylon 0,50, girador, linha principal, n\u00f3 de correr (em azul) pequeno chumbo, b\u00f3ia, mi\u00e7anga e n\u00f3 de correr<\/p><\/div>\n<p>A prop\u00f3sito, a escolha do anzol foi motivada pelo tipo de pescaria que ir\u00edamos realizar, a esportiva. Mas o pesqueiro tamb\u00e9m oferece a oportunidade do praticante ter seus peixes preparados na cozinha do restaurante, lev\u00e1-los casa do jeito que foram pescados, limpos ou at\u00e9 mesmo em fil\u00e9s. Para realizar a pesca esportiva \u00e9 cobrada uma taxa de R$ 20 e para a segunda modalidade s\u00e3o pagos R$ 8.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/triple-2-e1295552579491.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-269\" style=\"margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; border: 1px solid black;\" title=\"triple 2\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/triple-2-e1295552579491.jpg\" alt=\"\" width=\"419\" height=\"354\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/triple-2-e1295552579491.jpg 524w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/triple-2-e1295552579491-300x253.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 419px) 100vw, 419px\" \/><\/a>Quest\u00f5es monet\u00e1rias \u00e0 parte, vamos falar dos peixes. Sim, foram muitos peixes. Como j\u00e1 mencionamos anteriormente, utilizamos um sistema simples nas nossas capturas e alguns pequenos detalhes fizeram a diferen\u00e7a. Os \u201ctambas\u201d possuem dentes afiados e uma mand\u00edbula extremamente forte, por isso, \u00e9 costume usar os empates de a\u00e7o para ligar o anzol \u00e0 linha principal. Entretanto, o m\u00e9todo pode espantar o peixe e deix\u00e1-lo menos propenso a morder a isca. Ent\u00e3o, optamos por usar um l\u00edder de monofilamento 0,50mm comum. Para minimizar a chance de rompimento da linha usando esse sistema \u00e9 preciso deixar o nylon o mais longe poss\u00edvel da boca dos famigerados redondos. Para tanto, deve-se amarrar o anzol por cima e n\u00e3o pela haste como muitos costumam fazer. Um n\u00f3 \u00fanico ou at\u00e9 mesmo um palomar resolve a quest\u00e3o<\/p>\n<p>Depois de montar o equipamento \u00e9 hora de falar das iscas. O Coqueiral Park oferece um saco de ra\u00e7\u00e3o (usada para atrair os peixes e n\u00e3o para iscar) e uma massa feita a partir desse mesmo alimento, misturada com \u00e1gua e uma substancia que eles chamam de \u201cp\u00f3 m\u00e1gico\u201d, cujo teor n\u00e3o foi revelado. A massa j\u00e1 est\u00e1 inclusa na taxa paga pelo pescador e deve ser colocada em pequenas bolinhas na ponta do anzol semelhante ao tamanho das pelotas da ra\u00e7\u00e3o. O objetivo, como na maioria das vezes, \u00e9 fazer a isca ser o mais parecido poss\u00edvel com o alimento que o animal est\u00e1 habituado a comer. Passamos boa parte da manh\u00e3 utilizando, com \u00f3timos resultados, a massa fornecida pelo pesqueiro. Depois, optamos por testar as salsichas, dessas compradas em supermercado, e tivemos bastante \u00eaxito. A salsicha pode ser simplesmente iscada sozinha, mas conv\u00e9m amarr\u00e1-la com elastricot (aquele el\u00e1stico que os pescadores de praia usam para fixar iscas moles ao anzol). Isso evita que peixes menores carreguem o\u00a0eng\u00f4do\u00a0quando se est\u00e1 atr\u00e1s dos maiores exemplares e impede que a isca, porventura, caia no arremesso.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-1.jpg\"><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-270\" style=\"margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 8px; margin-right: 8px;\" title=\"double 1\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-1.jpg\" alt=\"\" width=\"311\" height=\"233\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-1.jpg 800w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 311px) 100vw, 311px\" \/><\/a>Com tudo pronto chega o momento do arremesso. \u00c9 poss\u00edvel fisgar peixes lan\u00e7ando a isca em virtualmente qualquer local no lago, mas um pouquinho de observa\u00e7\u00e3o aumenta o sucesso nas capturas. Procure verificar, at\u00e9 mesmo enquanto monta seu equipamento, o lado onde os peixes se mostram mais ativos. No caso dos redondos \u00e9 poss\u00edvel v\u00ea-los subindo \u00e0 superf\u00edcie de tempos em tempos, bem como ver pequenos ataques a frutos ca\u00eddos ou insetos que se localizam na flor d\u2019\u00e1gua. Comece fazendo os pinchos nesses locais. O inicio da manh\u00e3 e o final da tarde s\u00e3o os momentos onde os peixes se encontram mais ativos. J\u00e1 com o sol mais forte, entre as 11h e as 15h, eles tendem a ir mais para o fundo. Por isso \u00e9 importante regular a dist\u00e2ncia entre a b\u00f3ia e o anzol. Mais curta quando os peixes estiverem em cima e mais longa quando forem para o fundo. Isso pode ser feito de maneira bem simples atrav\u00e9s do pequeno \u201cn\u00f3 de correr\u201d que permite mudar a posi\u00e7\u00e3o da b\u00f3ia rapidamente.<\/p>\n<p>Uma dica. Nesse tipo de modalidade \u00e9 necess\u00e1rio ter sangue frio na hora da fisgada. O pescador deve ficar atento e dar a puxada para engatar o bicho apenas quando a b\u00f3ia afundar completamente. O conselho \u00e9 v\u00e1lido porque muitas vezes o peixe fica apenas mordiscando a isca sem coloc\u00e1-la na boca completamente. Uma fisgada no momento errado pode ser a diferen\u00e7a entre fotografar ou n\u00e3o o trof\u00e9u<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/almo\u00e7o1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-292\" style=\"border: 1px solid black;\" title=\"almo\u00e7o1\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/almo\u00e7o1-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/almo\u00e7o1-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/almo\u00e7o1.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Por volta do meio dia, o calor fica intenso, as a\u00e7\u00f5es diminuem e come\u00e7a a bater aquela fome. \u00c9 hora de deixar um pouco as tralhas de lado e se deliciar com um dos pratos do restaurante Coqueiral. Aconselhados pelo propriet\u00e1rio do local, Rubens Arantes, decidimos experimentar o fil\u00e9 de til\u00e1pia ao molho. N\u00e3o poder\u00edamos ter feito escolha mais feliz. Prato bastante saboroso, acompanhado de legumes, arroz branco e pir\u00e3o. O peixe \u00e9 cozido perfeitamente e traz um leve sabor amanteigado bastante agrad\u00e1vel. Vale a pena.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o almo\u00e7o, optamos por fazer uma pescaria de til\u00e1pias. Usando o mesmo sistema para a pesca dos redondos apenas substitu\u00edmos os anz\u00f3is, trocando os wide gap 2\/0 pelos maruseigos 16. Fizemos a pescaria nos lagos 4 e 5 onde, al\u00e9m das til\u00e1pias, fisgamos alguns pacus. Como os peixes estavam mais no fundo, usamos pernadas mais compridas deixando o anzol entre um metro e um metro e vinte da b\u00f3ia. Para essa pescaria deve-se usar a massa fornecida pelo pesqueiro, pois as til\u00e1pias t\u00eam boca pequena. No lago 3, de \u00e1gua mais clara, \u00e9 poss\u00edvel visualizar os peixes nadando. E haja peixe! S\u00e3o muitos. De acordo com Rubens Arantes, o pesqueiro aumenta seu estoque semanalmente com a introdu\u00e7\u00e3o de til\u00e1pias acima dos 700g e tambaquis com dois ou mais quilos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-tilap.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-294\" title=\"double tilap\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-tilap-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-tilap-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/double-tilap.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/nicolas-pacu.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-295\" title=\"nicolas pacu\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/nicolas-pacu-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/nicolas-pacu-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/nicolas-pacu.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Mas nem s\u00f3 de pescaria \u00e9 feito o Coqueiral. O local \u00e9 um ambiente repleto de divers\u00e3o para agradar n\u00e3o s\u00f3 aqueles que gostam de esticar a linha na \u00e1gua, como tamb\u00e9m para \u00a0fam\u00edlia e amigos. O parque aqu\u00e1tico \u00e9 um dos destaques, com cinco piscinas, tobo\u00e1gua infantil e adulto, cascata e bar molhado para quem quiser bebericar sem abrir m\u00e3o da refrescancia da estrutura. Isso sob olhar atento de salva-vidas que garante a seguran\u00e7a de todos os banhistas. Al\u00e9m disso, existe pista de mini-buggy, parque infantil, fazendinha, horta, pomar, trilha ecol\u00f3gica, quadra de bocha e malha, enfim, tudo para agradar os mais diversos gostos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Pq-Aqua.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-298\" title=\"Pq Aqua\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Pq-Aqua.jpg\" alt=\"\" width=\"512\" height=\"384\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Pq-Aqua.jpg 800w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Pq-Aqua-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00c0s 17h, quando encerra o expediente do pesqueiro, arrumamos nossas tralhas e nos despedimos com sentimento de ter passado um dia agrad\u00e1vel e relaxante proporcionado pela organiza\u00e7\u00e3o de um local que tem tudo pra ficar gravado no roteiro permanente dos pescadores pernambucanos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Double.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-302\" title=\"Double\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Double.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Double.jpg 800w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Double-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/ricardo-tamba-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-303\" title=\"ricardo tamba 3\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/ricardo-tamba-3.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/ricardo-tamba-3.jpg 800w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/ricardo-tamba-3-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n<p>Coqueiral Park<\/p>\n<p>2\u00aa Perimetral Norte &#8211; Av. L\u00edgia Gomes, S\/N\u00ba &#8211; Olinda-PE<\/p>\n<p>Telefone: (81) 3371 9111<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de Funcionamento \u2013 Ter a Dom das 8 \u00e0s 17h<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em pesqueiros organizados \u00e9 poss\u00edvel aliar o prazer da pesca ao desfrute de uma estrutura montada para receber com conforto o pescador e sua fam\u00edlia N\u00f3s, que somos loucos por pesca, esperamos avidamente o final de semana chegar para dar nossos arremessos em busca dos peixes que mais gostamos de capturar. 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