{"id":2381,"date":"2023-12-10T17:55:37","date_gmt":"2023-12-10T20:55:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=2381"},"modified":"2023-12-18T09:36:56","modified_gmt":"2023-12-18T12:36:56","slug":"museu-da-pesca-196-rio-punau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/museu-da-pesca-196-rio-punau\/","title":{"rendered":"Museu da Pesca 196 &#8211; Rio Puna\u00fa"},"content":{"rendered":"\n<p>Outro riozinho fant\u00e1stico era o rio Puna\u00fa. Assim que cheguei em Natal, ainda em 2001, fui apresentado a ele pelos amigos Kati\u00fascio e Alexandre. Ficava para o norte, a partir de Natal, de onde distava 67 km, aproximadamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Naqueles tempos era comum pegar numa manh\u00e3 mais de 20 robalos de bom tamanho, caminhando pelas margens do rio, a p\u00e9, dentro d`\u00e1gua ou nos barrancos.<\/p>\n\n\n\n<p>O visual era deslumbrante, o peixe era um mero detalhe, mas j\u00e1 naquela \u00e9poca, quando cheguei por l\u00e1, os anos dourados tinham acabado, as pescarias estavam piorando, merc\u00ea das tarrafas e arp\u00f5es. Os peixes mais procurados eram os robalos e os baby tarpons, mas o rio era frequentado tamb\u00e9m por caranhas, xareletes e ubaranas, al\u00e9m de outros. A not\u00edcia que temos \u00e9 que nesse rio o maior baby capturado pesou 6 kg e mediu 90 cent\u00edmetros, e h\u00e1 registros de robal\u00f5es de mais de 10 kg. Mas esses tempos acabaram, infelizmente o rio assoreou, o peixe escasseou e virou mais um ponto para turistas do que para pescadores, muitas constru\u00e7\u00f5es nas barrancas e por a\u00ed vai.<\/p>\n\n\n\n<p>Anos depois, acredito que em 2006, tive o prazer de levar para l\u00e1 a dupla Roberto Veras e Marcos Concei\u00e7\u00e3o. Como aconteceu?<\/p>\n\n\n\n<p>Bem, recebi um dia uma liga\u00e7\u00e3o do Bet\u00e3o me contando que ele e o Marc\u00e3o tinham feito um piloto de um novo programa de pesca que seria veiculado pelo SBT, com produ\u00e7\u00e3o do Gugu Liberato. Recebi dias depois o piloto, em VHS, e era realmente maravilhoso, uma produ\u00e7\u00e3o de alta qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Falei com o Gilberto Maia, e, apesar das dificuldades, ele viabilizou a vinda da equipe, composta pelo Bet\u00e3o, Marc\u00e3o, Ricardo Lise (diretor), Magr\u00e3o (cinegrafista), e um ajudante de \u00e1udio que n\u00e3o me lembro o nome. Esses tr\u00eas \u00faltimos eram funcion\u00e1rios da produtora ZYD, que participava de quase todas as produ\u00e7\u00f5es da Zillig Editora. Eu mesmo, junto com o Ian de Sulocki, j\u00e1 hav\u00edamos gravado juntos com essa equipe em Arraial do Cabo, para o programa do Mateus. Era uma equipe afinada. Tivemos muitas aventuras, mas n\u00e3o cabe aqui contar as hist\u00f3rias. O fato \u00e9 que nesse tempo ainda n\u00e3o \u00e9ramos fregueses do Cunha\u00fa, nem sab\u00edamos de suas maravilhas. Foi nesse ano, 2006, se n\u00e3o me engano, que o Auric\u00e9lio come\u00e7ou seu aprendizado no Cunha\u00fa.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de toda essa hist\u00f3ria deixo apenas um pequeno registro do que foi a pescaria no Puna\u00fa. Para compensar o grande texto, pequeno v\u00eddeo.<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas um coment\u00e1rio final: Ningu\u00e9m soube desse novo programa, nem o que perdeu, apenas os amigos mais chegados dos envolvidos. Deixamos de ver mat\u00e9rias muito legais, assim como pescarias de xar\u00e9us e tarpons em Tibau do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque o programa n\u00e3o foi pra frente? Eu nunca soube&#8230;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"RN Pesca 08 A   Rio  Puna\u00fa\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/coXU2TX5d10?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Outro riozinho fant\u00e1stico era o rio Puna\u00fa. Assim que cheguei em Natal, ainda em 2001, fui apresentado a ele pelos amigos Kati\u00fascio e Alexandre. 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