{"id":1340,"date":"2007-07-31T21:18:24","date_gmt":"2007-08-01T00:18:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=1340"},"modified":"2021-12-27T21:52:19","modified_gmt":"2021-12-28T00:52:19","slug":"jumping-jig-o-papa-tudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/jumping-jig-o-papa-tudo\/","title":{"rendered":"Jumping jig &#8211; O papa tudo!"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00c9 com muito prazer que falo sobre essa isca que a principio pode n\u00e3o chamar muito a aten\u00e7\u00e3o do pescador, mas quando bem trabalhada pode fazer toda a diferen\u00e7a numa pescaria.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem v\u00e1rios modelos dispon\u00edveis com pesos diversos, entre esses modelos existem os sim\u00e9tricos e os assim\u00e9tricos que tecem trabalhos diferentes e com toda essa gama de possibilidades o trabalho dessas iscas se torna quase que ilimitado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os peixes que podem ser capturados s\u00e3o um capitulo a parte, pois \u00e9 muito forte o poder de atra\u00e7\u00e3o do Jumping-Jig, eu j\u00e1 tive em minhas pescarias muitas surpresas ao recolher a linha tais como: Polvo, Mor\u00e9ia, Arraia, Linguado, etc. Prefiro falar das boas surpresas&#8230;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"320\" height=\"240\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1341\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping2.jpg 320w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping2-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O trabalho \u00e9 algo bem particular de cada pescador, h\u00e1 os que preferem o trabalho mais r\u00e1pido ou mais lento, existem os que trabalham a isca na vertical enquanto outro arremessa um pouco mais longe do barco para poder assim vir trabalhado-a como se fosse um Jig de penacho, todos os casos s\u00e3o validos, pois o peixe n\u00e3o tem um comportamento regular e por isso deve ao pescador adequar-se a um ou outro modelo de trabalho. Se poss\u00edvel use todas essas formas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo no inverno quando a temperatura da \u00e1gua esta muito baixa os peixes costumam bater com muita viol\u00eancia e assim \u00e9 poss\u00edvel afirmar ser uma \u00f3tima isca para qualquer \u00e9poca do ano. O Jumping n\u00e3o se limita \u00e0 pesca embarcada, mesmo em locais como praias ou mesmo lagoas e rios podem-se us\u00e1-lo, tendo apenas que tomar cuidado com enrosco como pedras ou galhos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"320\" height=\"240\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1342\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping3.jpg 320w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping3-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Lugares onde h\u00e1 incid\u00eancia de correnteza como no mangue, por exemplo, podemos usar esse incomodo a nosso favor. Solte a \u00e2ncora ap\u00f3s o pesqueiro numa dist\u00e2ncia que seja poss\u00edvel ir soltando o Jumping de forma que o mesmo chegue ao pesqueiro j\u00e1 tocando o fundo, o que n\u00e3o aconteceria caso voc\u00ea pare em cima do mesmo por conta da corrente de \u00e1gua, ent\u00e3o \u00e9 s\u00f3 ficar trabalhando a isca sem a mover do lugar.<\/p>\n\n\n\n<p>O assist-hook \u00e9 uma ferramenta muito importante para n\u00f3s pescadores, tanto no que diz respeito \u00e0 fisgada de peixes maiores quanto na menor incid\u00eancia de enroscadas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"320\" height=\"240\" src=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1343\" srcset=\"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping1.jpg 320w, https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/jumping1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Muito ainda est\u00e1 por ser descoberto em todos os seguimentos dessa isca, mas com as informa\u00e7\u00f5es j\u00e1 existentes podem-se mudar os rumos de uma pescaria mal sucedida e ao mesmo tempo enriquecer nosso curr\u00edculo como pescadores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 com muito prazer que falo sobre essa isca que a principio pode n\u00e3o chamar muito a aten\u00e7\u00e3o do pescador, mas quando bem trabalhada pode fazer toda a diferen\u00e7a numa pescaria. 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