{"id":1252,"date":"2006-10-17T21:08:06","date_gmt":"2006-10-18T00:08:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/?p=1252"},"modified":"2021-12-27T20:13:34","modified_gmt":"2021-12-27T23:13:34","slug":"transportar-o-barco-em-cima-do-veiculo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/transportar-o-barco-em-cima-do-veiculo\/","title":{"rendered":"Transportar o barco em cima do ve\u00edculo"},"content":{"rendered":"\n<p>Segundo a Resolu\u00e7\u00e3o 577\/81 do Conselho Nacional de tr\u00e2nsito, que&nbsp;regulamenta o transporte de cargas sobre a carroceria de ve\u00edculos das categorias autom\u00f3veis e mistos, \u00e9 permitido o transporte de cargas desde que estas n\u00e3o excedam \u00e0 largura e comprimento todal do ve\u00edculo.<\/p>\n\n\n\n<p>Abaixo a Resolu\u00e7\u00e3o na \u00edntegra:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O 577\/81<\/strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/p>\n\n\n\n<p>Disp\u00f5e sobre o transporte de cargas sobre a carroceria dos ve\u00edculos classificados nas esp\u00e9cies autom\u00f3veis e mistos.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/p>\n\n\n\n<p>O Conselho Nacional de Tr\u00e2nsito, no uso das atribui\u00e7\u00f5es que lhe conferem o art.5\u00ba da Lei 5.108, de 21 de setembro de 1966, que constituiu o C\u00f3digo Nacional de Tr\u00e2nsito, e o art. 9\u00ba do Regulamento aprovado pelo Decreto 62.127, de 16\/01\/68; e,<\/p>\n\n\n\n<p>CONSIDERANDO que o transporte de cargas e equipamentos devidamente acondicionados na parte superior da carroceria ou a ela aplicados podem ser transportados sem alterar a estabilidade do ve\u00edculo e a seguran\u00e7a do tr\u00e2nsito;<\/p>\n\n\n\n<p>CONSIDERANDO o que consta dos Processos 053\/60, 040\/74 e 24158\/80 e a delibera\u00e7\u00e3o tomada pelo Colegiado em sua reuni\u00e3o do dia 30\/06\/81,<\/p>\n\n\n\n<p>RESOLVE:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 1\u00ba<\/strong>\u00a0&#8211; Permitir o transporte de cargas acondicionadas de bagageiros e de equipamentos e utilidades indivis\u00edveis presos a suportes apropriados, devidamente afixados na parte superior externa da carroceria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00a71\u00ba<\/strong>\u00a0&#8211; O bagageiro com carga na altura m\u00e1xima de cinquenta (50) cent\u00edmetros e suas dimens\u00f5es, n\u00e3o ultrapassar\u00e3o comprimento e largura da parte superior da carroceria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00a72\u00ba<\/strong>\u00a0&#8211; As dimens\u00f5es dos equipamentos e utilidades, indivis\u00edveis, n\u00e3o exceder\u00e3o \u00e0 largura e comprimento total do ve\u00edculo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 2\u00ba<\/strong>\u00a0&#8211; Nenhuma carga, equipamento ou utilidade, poder\u00e1 impedir a visibilidade do condutor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 3\u00ba<\/strong>\u00a0&#8211; O disposto nesta Resolu\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser aplicada aos ve\u00edculos de transporte coletivo de passageiros, se autorizado pelo poder concedente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Art. 4\u00ba<\/strong>\u00a0&#8211; Esta Resolu\u00e7\u00e3o entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogada a Resolu\u00e7\u00e3o 469\/74, e disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Bras\u00edlia, 09 de julho de 1981.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">\u00c9RICO ALMEIDA VIEIRA LOPES<br>Presidente em Exerc\u00edcio<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">INALDO SEABRA DE NORONHA <br>Conselheiro Relator<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo a Resolu\u00e7\u00e3o 577\/81 do Conselho Nacional de tr\u00e2nsito, que&nbsp;regulamenta o transporte de cargas sobre a carroceria de ve\u00edculos das categorias autom\u00f3veis e mistos, \u00e9 permitido o transporte de cargas desde que estas n\u00e3o excedam \u00e0 largura e comprimento todal do ve\u00edculo. Abaixo a Resolu\u00e7\u00e3o na \u00edntegra: RESOLU\u00c7\u00c3O 577\/81\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Disp\u00f5e sobre o transporte de cargas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-1252","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-dicas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1252","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1252"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1252\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1253,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1252\/revisions\/1253"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1252"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1252"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pescanordeste.com.br\/revista\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1252"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}